Intel lança processador Core Series 2 com desempenho em tempo real e amplia o portfólio de IA de borda

Processador Intel Core Série 2 com núcleos P

Nova plataforma pronta para a indústria oferece desempenho determinístico inovador; sexto suíte de IA de borda voltado para aplicações de saúde

  • Processadores Intel® Core™ Série 2 com núcleos P lançados como plataforma pronta para a indústria para aplicações de borda críticas
  • A Edge AI Suite for Health & Life Sciences fornece pipelines de referência validados para soluções de monitoramento de pacientes baseadas em IA

NUREMBERG, Alemanha — 9 de março de 2026 — No Embedded World 2026, a Intel lançou o processador Intel® Core™ Série 2 com P-cores, uma plataforma pronta para a indústria projetada para aplicações de borda críticas. A Intel também anunciou sua mais recente suíte Edge AI para Ciências da Saúde e da Vida, fornecendo pipelines de referência validados e ferramentas de benchmarking para soluções de monitoramento de pacientes baseadas em IA.

  • “A Intel continua liderando em edge computing, que continua sendo um dos nossos segmentos de negócios que mais cresce”, disse Dan Rodriguez, vice-presidente corporativo da Intel e gerente geral do Edge Computing Group. “Com a introdução da Core Series 2, nosso lançamento na CES da Core Ultra Series 3 e nossas crescentes Edge AI Suites, continuamos a oferecer plataformas abrangentes que atendem às diversas necessidades dos clientes de borda, com desempenho inovador, confiabilidade e aceleração integrada de IA.”

IA que Move o Mundo

Dan Rodriguez, vice-presidente corporativo do Grupo de Computação de Borda da Intel, exibe um processador Intel Core Series 2 com núcleos P no Embedded World 2026 em Nuremberg, Alemanha.

Intel Core Series 2 Resolve Desafios Industriais em Tempo Real

Os processadores Intel Core Series 2 enfrentam os desafios críticos enfrentados pelas operações industriais modernas, que exigem processadores capazes de lidar com múltiplas cargas de trabalho críticas simultaneamente — desde sistemas de controle críticos de segurança até processamento de dados em tempo real — tudo isso mantendo o tempo preciso e o desempenho determinístico. Processadores tradicionais frequentemente forçam os fabricantes a escolher entre poder computacional e confiabilidade em tempo real, levando a arquiteturas complexas de multiprocessador que aumentam custos e complexidade do sistema. Processadores Intel Core Série 2 enfrentam esses desafios de frente. Comparado ao AMD Ryzen™ 7 9700X, os processadores Intel Core Série 2 entregam até 4,4 vezes menor latência máxima PCIe1, até 2,5x mais tempo de resposta determinística2, até 3,8x melhor desempenho determinístico3, e até 1,5x maior desempenho multi-thread4, entregando o desempenho que a indústria precisa.

Suítes de IA de Ponta Aceleram a Inovação em IA em Saúde

A Intel antecedeu sua suíte de IA em Ciências da Saúde e da Vida, focada no monitoramento de pacientes habilitado por IA. À medida que os sistemas de saúde enfrentam volumes crescentes de pacientes e restrições de pessoal, o monitoramento de pacientes está evoluindo de dispositivos isolados para ecossistemas inteligentes e conectados que exigem soluções habilitadas por IA para obter insights mais precoces e operações reais e confiáveis. A suíte apresenta cargas de trabalho multimodais simultâneas rodando localmente em processadores Intel — incluindo detecção de arritmias por eletrocardiograma (ECG) baseada em IA, fotopletismografia remota e rastreamento visual 3D anônimo — ajudando fabricantes de equipamentos originais (OEMs), fabricantes de design original (ODMs) e fornecedores independentes de software (ISVs) a avaliarem plataformas usando cenários representativos em vez de benchmarks sintéticos.

Juntamente com os recentemente lançados processadores Core Ultra Series 3, os processadores Intel Core Series 2 com núcleos P e a nova suíte de IA Edge Health & Life Sciences demonstram o portfólio abrangente de edge da Intel que atende a todo o espectro de necessidades dos clientes — desde controle determinístico em tempo real até aceleração avançada de IA — possibilitando inovação mais rápida em manufatura, saúde e aplicações emergentes de ponta.

Disponibilidade: Sistemas de borda equipados com Intel Core Ultra Series 3 e Intel Core Series 2 com núcleos P já estão disponíveis.

Uma versão de prévia da suíte Edge AI para Saúde e Ciências da Vida já está disponível no GitHub e a disponibilidade geral está prevista para o segundo trimestre de 2026.

Sobre a Intel Corporation Intel (NASDAQ: INTC) é líder do setor, criando tecnologias que mudam o mundo e possibilitam o progresso global e enriquecem vidas.

Letras pequenas:

1Conforme estimado pela latência máxima de leitura PCIe no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

2Conforme estimado pela latência máxima em testes cíclicos no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

3Conforme estimado pelo jitter máximo no RTC-testbench no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

4Conforme estimado pelas estimativas de desempenho SPECrate®2017_int_base (n cópias). SPEC,® SPECrate® e SPEC CPU® são marcas registradas da Standard Performance Evaluation Corporation. Veja http://www.spec.org/spec/trademarks.html para mais informações. Processador Intel® Core 9 273PQE rodando a TDP = 125W e Intel® Core i9-14901E a TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

Créditos da matéria:https://newsroom.intel.com/

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Escola Estadual de Campo Grande desenvolve projeto sobre consumo consciente de energia

Proposta busca estimular o pensamento crítico com reflexões sobre hábitos de consumo

A conscientização sobre o uso responsável da energia elétrica tem se tornado um tema cada vez mais presente no ambiente escolar, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes sobre a sustentabilidade.

Com esse objetivo, a EE Dona Consuelo Muller, desenvolve o projeto ‘Energia que Transforma’, em Campo Grande, uma iniciativa voltada à educação energética e ao incentivo ao consumo consciente de energia elétrica entre os estudantes.

A ação conta com a parceria da Energisa, por meio do Programa Energisa Móvel, que promove atividades educativas itinerantes externas à comunidade escolar.

Consumo consciente e segurança energética

A busca iniciativa amplia o conhecimento dos estudantes sobre a produção, distribuição e uso da energia elétrica, além de estimular atitudes responsáveis ​​relacionadas ao consumo e à segurança no uso da eletricidade.

O projeto também destaca a compreensão sobre como a energia elétrica chega às residências, a reflexão sobre práticas de economia de energia e o desenvolvimento de atitudes sustentáveis ​​que podem contribuir para a preservação do meio ambiente.

‘Energia que Transforma’ ensina sobre o consumo consciente e responsável de energia elétrica na EE Dona Consuelo Muller.

Em diferentes etapas da aprendizagem

O projeto é voltado para estudantes do 4º ao 9º ano do ensino fundamental, com atividades adaptadas para cada faixa etária.

Para os alunos do 4º e 5º ano, as atividades incluem reflexões sobre o que é energia, tipos de fontes energéticas e segurança no uso da eletricidade.

Entre as propostas estão desenhos temáticos, experimentos simples e produção de cartazes com dicas de economia de energia.

Já os alunos do 6º e 7º ano participam de atividades relacionadas à geração e distribuição de energia, sustentabilidade e impactos ambientais, com exercícios práticos como cálculo do consumo energético e produção de gráficos.

Para os alunos do 8º e 9º ano, o projeto propõe debates sobre a matriz energética brasileira, a eficiência energética e quais profissões estão relacionadas ao setor de energia, além da realização de seminários e campanhas educativas.

A Energisa Móvel leva educação sobre consumo consciente de energia elétrica para alunos da Rede Estadual de Ensino.

Experiência educativa e interativa

Durante a realização do projeto, os estudantes também têm contato com atividades interativas promovidas pela Energisa Móvel, um espaço educativo itinerante que apresenta, de forma lúdica e prática, informações sobre o consumo consciente de energia elétrica e seus impactos no cotidiano.

O diretor da EE Consuelo Muller, Ricardo Nascimento, lembra que os alunos do projeto participam de debates sobre a matriz energética brasileira, eficiência energética e abordam as profissões relacionadas ao setor de energia em seminários e campanhas educativas.

“A proposta busca estimular o pensamento crítico com reflexões sobre hábitos de consumo, incentivando os estudantes a adotarem práticas mais sustentáveis ​​em suas casas”, finaliza o diretor Ricardo.

Créditos da matéria: https://www.sed.ms.gov.br/

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Brasil inicia a construção do sistema que viabilizará o mercado regulado de carbono

Plataforma em desenvolvimento será a base digital do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, conectando empresas, certificadoras e sistema financeiro

Teve início nesta semana, no Serpro, o Inception Workshop, oficina de descoberta de produto que marca a largada do desenvolvimento do Registro Central do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), o Mercado Regulado de Carbono do Brasil. O evento é promovido pela Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono (Semc), vinculada ao Ministério da Fazenda, em parceria com o Serpro, responsável pelo desenvolvimento da plataforma digital onde será feito o registro central do sistema.

A abertura do encontro reuniu representantes do Governo Federal, do setor privado, do mercado financeiro e de instituições estratégicas, com o objetivo de construir, de forma colaborativa, a base do sistema que dará sustentação operacional ao mercado regulado de carbono no país.

Para a secretária extraordinária do Mercado de Carbono, Cristina Reis, o momento representa uma decisão estratégica para o futuro da política climática e econômica brasileira. “Estamos diante de uma construção coletiva, que envolve governo, setor privado, diferentes ministérios e o mercado financeiro, para desenvolver um mercado regulado de carbono sólido e confiável. O Brasil tem todas as condições de contar com um mercado de carbono pujante, mas isso exige uma estrutura soberana, robusta e crível”, afirmou. Segundo ela, contar com o Serpro nesse processo “é uma honra e uma garantia de capacidade técnica e institucional”.

O subsecretário de Implementação da Semc, Thiago Barral, destacou que o foco da oficina é desenhar o escopo mais adequado do sistema, contemplando todas as fases de implementação do mercado de carbono. “A parceria com o Serpro é estratégica nessa construção. Ao longo desses três dias, vamos nos debruçar sobre os objetivos e perfis de usuários do Registro Central, trabalhando de forma intensiva na construção dessa infraestrutura fundamental para o mercado de carbono”, explicou.

Reapresentando o Serpro, a diretora de Desenvolvimento Ariadne Fonseca ressaltou a relevância estratégica do projeto e o compromisso da empresa pública com a agenda climática do país. Segundo ela, participar da construção do Registro Central do SBCE é uma honra para o Serpro, que coloca sua experiência, expertise tecnológica e capacidade operacional a serviço de uma política pública fundamental para o desenvolvimento sustentável e para a inserção do Brasil no mercado global de carbono.

Estruturação do Registro Central

A realização do Inception Workshop ocorre em um contexto decisivo para a implementação do mercado regulado de carbono no Brasil. Com a aprovação da lei que instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e, posteriormente, com a criação da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, em novembro, coube à Semc a responsabilidade de liderar o desenvolvimento do Registro Central do sistema.

Esse registro será uma infraestrutura computacional estratégica, uma plataforma capaz de operacionalizar todo o funcionamento do mercado regulado. O sistema vai desde o recebimento e o tratamento dos dados de emissões de gases de efeito estufa dos agentes regulados até a emissão, gestão e acompanhamento dos ativos que compõem o mercado, como as Cotas Brasileiras de Emissões (CBEs) e os Certificados de Redução ou Remoção Verificada de Carbono (CRVs), que serão negociados no âmbito do SBCE.

 

Diante dessa responsabilidade, a secretaria buscou parceiros com experiência e capacidade técnica compatíveis com o desafio. O Serpro passou a apoiar a etapa inicial de definição de escopo e planejamento do sistema, contribuindo para identificar o que precisa ser desenvolvido ao longo deste ano e dos próximos, de forma a garantir o pleno funcionamento do mercado.

Além do Serpro, o workshop conta com a participação de diversos parceiros institucionais, como os ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de Minas e Energia (MME) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), além de entidades como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a B3 e o Banco Mundial. O objetivo é mapear necessidades, definir prioridades, estimar recursos e estabelecer um cronograma efetivo de desenvolvimento.

Mínimo Produto Viável

Ao final dos três dias de imersão, o trabalho resultará na elaboração de um documento de planejamento conhecido como MVP (Mínimo Produto Viável). Esse documento reunirá os requisitos mínimos necessários para garantir a operacionalização inicial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, com funcionalidades organizadas em fases, permitindo que o sistema evolua ao longo do tempo.

O foco do workshop é a construção do primeiro MVP do Registro Central, um produto com o menor conjunto de funcionalidades capaz de validar hipóteses de negócio e gerar valor real para os usuários iniciais do sistema. Durante a oficina, os participantes estão desenhando a jornada do sistema e definindo o caminho necessário para fomentar o comércio de carbono e atrair compradores nacionais e internacionais.

O que é o Mercado Regulado

O Mercado Regulado de Carbono do Brasil é estruturado a partir do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela lei nº 15.042/2024, e coordenado pela Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, vinculada ao Ministério da Fazenda. O sistema adota o modelo de cap-and-trade, estabelecendo limites obrigatórios de emissão de gases de efeito estufa (GEE) para grandes emissores.

Na prática, cada setor regulado passa a operar com um teto de emissões, que vai caindo ao longo dos anos. Empresas que emitem menos do que o limite estabelecido podem comercializar o excedente de suas cotas, enquanto aquelas que ultrapassam o teto precisam adquirir cotas ou certificados no mercado. O mecanismo cria incentivos econômicos para a redução das emissões e para a adoção de tecnologias mais limpas, especialmente em setores de alta intensidade de carbono, como siderurgia, cimento e fertilizantes.

Diferentemente do mercado voluntário, o mercado regulado é obrigatório por força de lei e constitui um dos pilares do Plano de Transformação Ecológica, alinhado aos compromissos do Brasil com o Acordo de Paris. Ao estruturar um sistema transparente, confiável e integrado às práticas internacionais de precificação de carbono, o SBCE busca posicionar o país de forma competitiva na economia de baixo carbono.

Créditos da matéria: https://www.gov.br/

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Postes de energia são transformados em carregadores elétricos

Visando incentivar o uso de carros elétricos, a Austrália está espalhando estações de carregamento.

A venda de novos veículos elétricos pode ultrapassar 18 milhões em 2024, segundo o relatório Global Auto Outlook, que analisa o comportamento e as tendências da indústria automotiva global. Para aqueles em que o custo mais elevado não é empecilho, a dificuldade de encontrar postos de recarga pode ser um grande problema na hora de decidir optar ou não pelo carro elétrico. Ampliar a rede de recarga não é simples, mas a Austrália está mostrando que a solução pode ser descomplicada: postes de energia das ruas estão sendo transformados em estações de carregamento para veículos elétricos.

A iniciativa integra um primeiro teste que está sendo realizado nas Praias do Norte, na região de Sydney, em Nova Gales do Sul. O projeto é liderado pela empresa de tecnologia energética Intellihub, tem o apoio governamental do Northern Beaches Council (Conselho de Praias do Norte) e financiamento da Agência Australiana de Energia Renovável (ARENA).

“As Praias do Norte são uma das áreas de crescimento mais rápido em compra de veículos eléctricos e estamos trabalhando com parceiros da indústria para garantir que existam estações de carregamento locais suficientes para acompanhar a procura”, diz Sue Heins, presidente do Northern Beaches Council.

De acordo com Sue, a iniciativa está tornando o carregamento de veículos elétricos mais acessível para pessoas que vivem em apartamentos ou moradias onde não há opção de carregamento de veículos elétricos no local. “Esperamos que isso encoraje mais pessoas a mudar de veículos movidos a gasolina e diesel para veículos eléctricos”, pontua.

The Northern Beaches é um dos oito conselhos locais que participam do Intellihub EV Streetside Charging Project. Os carregadores de 22 quilowatts foram instalados em sete pontos da região, definidos após o projeto analisar propostas e receios de moradores locais.

“Houve apoio geral ao projeto, mas algumas preocupações foram levantadas. Estas incluíam financiamento e custos para a comunidade, e a preocupação de que alguns dos locais propostos não fossem adequados devido à disponibilidade limitada de estacionamento”, assumiram os organizadores. Desta forma, o grupo deixa claro que os custos do projeto serão cobertos pela Agência Australiana de Energia Renovável (ARENA) e os usuários pagarão para usar o serviço. Além disso, algumas localidades previamente cogitadas foram descartadas – ao menos por enquanto.

Outro ponto interessante da iniciativa é que a quantidade equivalente de energia usada para carregar os veículos elétricos nos novos carregadores será devolvida à rede em forma de energia renovável certificada.

Os testes deste projeto têm duração prevista de 12 meses. Se bem-sucedido, a iniciativa pode ser ampliada para todo o país.

Apoio governamental

O Conselho não financia nenhuma estação de carregamento, mas apoia e fornece espaços públicos apropriados para que a ação aconteça. “Nosso objetivo é fornecer sistemas de carregamento universais que não sejam atribuídos a nenhum fabricante de veículos específico”, frisa a instituição.

O Conselho de Praias do Norte tem a meta de reduzir de 30% as emissões dos veículos até 2038 e o Plano de Ação para as Mudanças Climáticas abarca uma série de ações para alcançar este resultado, incluindo a facilitação e fornecimento de infra-estruturas públicas de carregamento de veículos eléctricos em locais chave.

 

Créditos da matéria: Ciclo Vivo

Créditos de imagem: Northern Beaches Council

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Gerador Hidrovoltaico produz energia da evaporação da água doce ou do mar

Nos últimos anos, várias abordagens têm sido desenvolvidas para tentar tirar proveito da hidrovoltaica, um efeito que pode ser explorado quando a água se evapora. É um potencial enorme, bastando lembrar que aproximadamente metade da energia solar que chega à Terra alimenta processos evaporativos.

O efeito hidrovoltaico (HV) permite que a eletricidade seja colhida quando um fluido passa sobre a superfície eletricamente carregada de um dispositivo com poros em nanoescala.

A evaporação estabelece um fluxo contínuo dentro dos nanocanais, que atuam como mecanismos de bombeamento passivos – a água flui por capilaridade. Esse efeito também é observado nos microcapilares das plantas, onde o transporte de água ocorre graças a uma combinação de pressão capilar e evaporação natural.

Já existem geradores hidrovoltaicos funcionais, mas ainda estamos longe de compreender os meandros dessa geração de eletricidade em nanoescala.

Foi nisso que trabalharam Tarique Anwar e Giulia Tagliabue, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, fazendo uma combinação de experimentos e modelagem multifísica para caracterizar fluxos de fluidos, fluxos de íons e efeitos eletrostáticos devidos a interações sólido-líquido, com o objetivo de otimizar os geradores hidrovoltaicos.

O resultado foi melhor do que o esperado, abrindo pela primeira vez a possibilidade da geração hidrovoltaica usando água comum, incluindo a água do mar.

“Graças à nossa nova plataforma altamente controlada, este é o primeiro estudo que quantifica esses fenômenos hidrovoltaicos, destacando a importância de várias interações interfaciais. Mas, no processo, também fizemos uma descoberta importante: Que os dispositivos hidrovoltaicos podem operar em uma ampla faixa de salinidades, contradizendo o entendimento anterior de que era necessária água altamente purificada para obter o melhor desempenho,” disse Tagliabue.

Mecanismo da geração hidrovoltaica

O trabalho da equipe também alcançou resultados em termos práticos, especificamente na técnica de fabricação dos dispositivos hidrovoltaicos.

A dupla usou pela primeira vez em uma aplicação hidrovoltaica uma técnica chamada litografia coloidal de nanoesferas, o que lhes permitiu criar uma rede hexagonal de nanopilares de silício espaçados com precisão. Os espaços entre os nanopilares criaram os canais perfeitos para a evaporação, além de poderem ser ajustados para compreender melhor os efeitos do confinamento do fluido e da área de contato sólido/líquido.

E era justamente aqui que estava o pulo da gato para permitir usar águas não purificadas. “Na maioria dos sistemas fluídicos contendo soluções salinas, você tem um número igual de íons positivos e negativos. No entanto, quando você confina o líquido a um nanocanal, apenas os íons com polaridade oposta à da carga superficial permanecerão,” explicou Anwar. “Isso significa que, se você permitir que o líquido flua através do nanocanal, você gerará correntes e tensões.”

“Isso remonta à nossa principal descoberta, de que o equilíbrio químico da carga superficial do nanodispositivo pode ser explorado para estender a operação de dispositivos hidrovoltaicos em toda a escala de salinidade,” acrescentou Tagliabue. “Na verdade, à medida que a concentração de íons fluidos aumenta, também aumenta a carga superficial do nanodispositivo. Como resultado, podemos usar canais de fluido maiores enquanto trabalhamos com fluidos de concentração mais alta. Isso torna mais fácil fabricar dispositivos para uso com água da torneira ou do mar, em vez de apenas água purificada.”

Geração de energia e dessalinização da água do mar

Como a evaporação pode ocorrer continuamente em uma ampla faixa de temperaturas e umidades – e até mesmo à noite – há muitas aplicações potenciais interessantes para dispositivos hidrovoltaicos mais eficientes. Os pesquisadores esperam explorar este potencial com o apoio Fundação Nacional de Ciências da Suíça, que já está apoiando o desenvolvimento de um projeto para a recuperação de calor residual e geração de energia renovável em grande e pequena escala, incluindo um protótipo do gerador hidrovoltaico operando em condições reais.

E, como lida com a salinidade da água, o projeto também poderá ser estendido para outras aplicações, como a dessalinização da água do mar ou a limpeza de águas residuais.

 

Créditos da matéria: https://saneamentobasico.com.br/

Créditos de imagem:  Divulgação

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Entrevista: hidrogênio verde é o combustível do futuro?

Dizem que o hidrogênio verde é o “combustível do futuro”. No Olhar Digital News, explicam os motivos, confira!

Você já ouviu falar em hidrogênio verde? Essa é uma fonte de energia limpa que só emite vapor de água e não deixa resíduos no ar.

Aqui no Brasil, os estados do Nordeste, com acesso mais próximo ao continente europeu, largaram na frente nessa tecnologia, com portos e empresas investindo em novos projetos.

Em São Paulo, empresários do setor de energias renováveis se encontraram com o governador Tarcísio de Freitas para debater o assunto. Na pauta, estava a geração de hidrogênio através da queima de biomassa de cana-de-açúcar e do aproveitamento do etanol.

Para entender mais sobre o assunto, recebemos a nossa colunista de agronegócio, Carla Aranha. Ela explicou que o hidrogênio verde ainda é uma tecnologia cara.

 

Não é uma tecnologia barata ainda, então o custo de produção do hidrogênio verde está entorno de US$6,00 por quilo, que é de duas a três vezes mais que o custo de produção do hidrogênio comum, fabricados a partir de combustíveis fósseis, como o gás natural e o carvão, por exemplo.

Carla Aranha

Também recebemos a Gabriela Andri, diretora de energia da Czarnikow. Ela nos contou o que é o hidrogênio verde e como podemos usá-lo.

O hidrogênio verde é aquele produzido através da eletrólise, ou seja, ele provém de energia renovável.

Gabriela Andri

Créditos da matéria: https://olhardigital.com.br/

Créditos do vídeo: Olhar digital

Créditos de imagem: Imagem reprodução

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Alemanha inaugura primeira ciclovia coberta de painéis solares da Europa

A ciclovia coberta de painéis solares de Freiburg vai gerar cerca de 280 MWh por ano.

A primeira ciclovia coberta por painéis solares da Europa, foi inaugurada esta semana na cidade de Freiburg, na Alemanha, a cerca de duas
horas de carro ao sul de Stuttgart.

O projeto piloto fotovoltaico (PV) consiste em uma instalação de 300 metros de comprimento com mais de 900 painéis solares de vidro translúcido
e gerará cerca de 280 MWh de energia solar por ano.

A construção teve inicio em novembro de 2022, com recursos de Parceria Público-Privada, e passou por um período de testes antes de sua
efetiva inauguração.

Equipando espaços disponíveis

A Alemanha tem apostado na instalação de painéis solares em pequenos espaços.

O CEO da Solarwatt, Detlef Neuhaus, acredita que repensar a energia fotovoltaica será essencial para a transição da Alemanha para a energia
limpa e vê um potencial inexplorado na infraestrutura já existente.

“Áreas já fechadas, como estacionamentos, caminhos e estradas, estão desempenhando um papel cada vez mais importante”, disse Neuhaus .

Geração de energia limpa

A ciclovia está situada perto do estádio de futebol SC Freiburg. A arena já está equipada com um telhado de painel solar de 2,4 MW,
cerca de 6.000 módulos solares.

Isso a torna a terceira maior instalação de painel solar em qualquer estádio do mundo.

O maior pertence ao clube de futebol turco Süper Lig, estádio do Galatasaray, Nef Stadium, que compreende mais de 10.000 painéis.

Apesar de esta ser a primeira ciclovia coberta por painéis solares da Europa, a iniciativa não é inédita.

Desde 2014, a Coreia do Sul possui uma ciclovia de 9 km coberta por um telhado feito de painéis solares.

A pista de 4 metros de largura passa no meio de uma rodovia de oito pistas e conecta as cidades de Daejeon e Sejong.

Seus 7.502 painéis solares são capazes de produzir 2.200 MWh por ano – o equivalente a abastecer cerca de 600 residências,
de acordo com o Ministério de Terras, Infraestrutura e Transportes do país.

Créditos da matéria: https://portalsustentabilidade.com/

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Cummins promove o uso de hidrogênio verde

Combustível é usado em aplicações industriais

A Cummins impulsiona a economia de combustíveis alternativos por meio do uso de eletrolisadores, que podem ser adaptados a projetos de geração de hidrogênio verde necessários para os diferentes tipos de indústria.

hidrogênioverde - ecoconsciente

A empresa desenvolve soluções tecnológicas com capacidade de produzir hidrogênio verde a partir de água e eletricidade obtida por meio de fontes de energia renováveis.

A Cummins entende que o papel que o hidrogênio verde desempenhará como fonte de energia limpa em um futuro; a empresa forneceu eletrolisadores para mais de 50 postos de abastecimento de hidrogênio em todo o mundo e possui fábricas de produção desses equipamentos no Canadá e na Bélgica. Vai expandir a tecnologia na Espanha, China e Estados Unidos na linha do compromisso com a expansão da economia do hidrogênio verde em todo o mundo. Possui um catálogo de tecnologias operando em várias aplicações, como a primeira frota de trens de passageiros do mundo totalmente movida a hidrogênio, na Alemanha e um posto de abastecimento de hidrogênio para navios, carros, caminhões e clientes industriais na Bélgica.

“O uso de combustíveis alternativos, como o hidrogênio verde, sem dúvida irá acelerar essa transição e a América Latina se posiciona com um potencial inestimável para alcançá-la”, disse Fabio Magrin, diretor da Cummins New Power Latam.

No Brasil, a Cummins está presente na planta de geração de hidrogênio verde da maior Usina Hidrelétrica do sistema Furnas, a Itumbiara, que produz energia para quatro milhões de pessoas.

 

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Petrobras terá unidade dedicada à produção de BioQAV e diesel 100% renovável

Nova planta será instalada na RPBC, em Cubatão (SP). Combustíveis terão potencial de reduzir em até 90 % as emissões de gases de efeito estufa

 

A Petrobras implantará, em Cubatão (SP), a primeira unidade do país inteiramente dedicada à produção de diesel 100% renovável e de bioquerosene de aviação (BioQAV), um tipo de combustível sustentável de aviação. O projeto integra o Programa de BioRefino da companhia, um dos destaques de seu Plano Estratégico para o período de 2023-2027, que receberá investimentos de US$ 600 milhões para o desenvolvimento de uma nova geração de combustíveis sustentáveis, com menor pegada de carbono.

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O diesel renovável e o BioQAV têm potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa entre 55 % e 90 % em relação aos combustíveis derivados de petróleo, pois são oriundos de matérias-primas renováveis (como óleo vegetal e gorduras de origem animal).

A nova planta será instalada na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), com capacidade de produzir 6 mil barris por dia (bpd) de BioQAV e 6 mil bpd de diesel 100% renovável a partir do processamento de até 790 mil toneladas/ano de matéria-prima renovável.

A RPBC foi escolhida para abrigar a nova unidade em razão da proximidade com o mercado da região Sudeste e da maior integração com o parque do refino nacional. “A nova planta é um dos destaques do nosso Programa de BioRefino, crucial para entregarmos produtos com menores emissões de gases de efeito estufa, em linha com as demandas da sociedade e com um mundo em transformação. Além da planta dedicada de biorrefino, vamos investir no coprocessamento de diesel com conteúdo renovável em outras refinarias e na produção de outros derivados com matéria-prima vegetal”, disse o diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras, Rodrigo Costa.

Haverá a expansão do coprocessamento para produção de Diesel R – com conteúdo renovável – na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), no Paraná, e início do coprocessamento para produção de Diesel R nas refinarias Presidente Bernardes, em Cubatão (RPBC) e Refinaria de Paulínia (REPLAN), ambas em São Paulo, e na Refinaria Duque de Caxias (REDUC), no Rio de Janeiro.

O diesel renovável é o primeiro combustível da nova geração de produtos mais sustentáveis que a companhia começa a ofertar ao mercado consumidor. “Já testamos o diesel renovável em frota de ônibus em Curitiba e os resultados confirmam as duas grandes vantagens deste produto: a redução das emissões e a sua característica drop in, ou seja, é um produto que pode ser usado nos sistemas projetados para óleo diesel, sem necessidade de qualquer modificação nos motores e nos equipamentos”, afirmou o diretor de Comercialização e Logística da Petrobras, Cláudio Mastella.

A nova geração de bioprodutos, mais modernos, tem papel relevante no atendimento das metas de redução de emissões dos segmentos rodoviários e de aviação civil do país. “É uma forma de planejar a redução gradual das emissões sem a necessidade de descartar abruptamente todo investimento acumulado em infraestrutura de transporte baseada em energia fóssil e sem a necessidade de descartar as oportunidades de investimentos em novos reservatórios. O crescimento da oferta de combustíveis renováveis fica assegurado, contribuindo para uma transição energética justa e racional, que respeita a vocação brasileira em combustíveis renováveis e permite que os recursos fósseis do nosso país sejam transformados em riquezas.”, destacou o diretor de Relacionamento Institucional e de Sustentabilidade da Petrobras, Rafael Chaves.

Por ser um combustível drop-in, o diesel renovável poderá viabilizar a utilização de teores mais elevados de renováveis nos novos motores a diesel, possibilitando também o aumento da competitividade na oferta de biocombustíveis no país. Facilita, por exemplo, a introdução de tecnologias veiculares mais avançadas, necessárias ao cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo Programa de Controle de Emissões Veiculares (PROCONVE) do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

Qualidade superior e melhor desempenho

O diesel renovável e o BioQAV são isentos de oxigênio, o que lhes confere qualidade superior e maior estabilidade. Além disso, são livres de enxofre e de outros contaminantes, contribuindo para seu melhor desempenho. A nova unidade produzirá também nafta verde, produto de interesse do segmento petroquímico para produção de plásticos renováveis.

A nova planta será equipada com tecnologias digitais, inteligência artificial e soluções voltadas para ampliar a eficiência energética da unidade, direcionadas para redução de emissões de CO2 e ganhos de performance. A previsão é que a unidade inicie sua operação em 2028.

 

Créditos da matéria: https://folhadomeio.com.br

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Transporte no Qatar durante Copa será inovador, sustentável e gratuito

Jogos do Mundial acontecerão, pela primeira vez na história, em uma distância máxima de apenas 55 quilômetros

Rápido, moderno, limpo e gratuito. O transporte é extremamente fácil no Qatar, que assumiu o desafio de renovar as suas infraestruturas para organizar uma Copa do Mundo que deixa um extraordinário legado e um modelo de mobilidade inovador e eficaz.

“Diante da expectativa de receber durante a competição de 1,5 milhão a 2 milhões de pessoas em um mês, analisamos a capacidade de nossas infraestruturas no transporte público, no metrô, o que poderíamos fazer para ajudar a completar o serviço e responder às demandas”, disse Thani Al Zarraa, responsável pela área de mobilidade do Qatar 2022, à Agência EFE.

A partir dessa premissa, o país estabeleceu um plano para contar, em 2030, com infraestruturas em que a inovação tecnológica, a sustentabilidade e o desenvolvimento urbanístico sejam um selo de identidade.

“Estima-se que investimos o total de US$ 200 milhões em infraestruturas e transporte. Consideramos que a Copa do Mundo é um marco para nosso futuro, mas esse investimento vai além do torneio para nós”, completou.

COMO SE DESLOCAR DURANTE A COPA

Em outras edições da Copa do Mundo, os estádios estavam em diversas cidades ou mesmo em diferentes países, com sedes separadas por centenas de quilômetros de distância. Mas, no Qatar, os 64 jogos da Copa acontecerão, pela primeira vez na história, em uma distância máxima de apenas 55 quilômetros.

Isso dá claras vantagens. Os torcedores poderão se hospedar em um mesmo local e serem capazes de assistir a todos os jogos usando unicamente o transporte público. Jogadores e comissão técnica não perderão tempo com longos deslocamentos, podendo focar na preparação, e, em termos de segurança, haverá maior controle.

Além disso, com o ‘Hayya Card’, os visitantes poderão usar de forma gratuita todos os meios de transporte público disponíveis.

“Uma vez que você chega ao aeroporto, apenas por ser um torcedor, terá à disposição o transporte público gratuito, seja metrô ou ônibus, que te levará a áreas centrais ou de hospedagem”, afirmou Zarraa.

TRANSPORTE RÁPIDO E INTELIGENTE

A capital, Doha, contará com 79 quilômetros de metrô distribuídos em três linhas: a vermelha, a verde e a dourada, com um total de 37 estações. São 110 trens com acesso direito a cinco dos oito estádios do Mundial, que terão serviços de ônibus gratuitos ou cuja distância pode até ser percorrida a pé em alguns casos.

O sistema inovador de mobilidade sem condutores funcionará por quase 24 horas durante o torneio, com capacidade máxima de 10 horas da manhã às 2 da madrugada (horário local).

“Gostaria de destacar certos aspectos. O metrô é um meio de transporte de muito fácil acesso, tanto para o centro da cidade como para os estádios, assim como ônibus e as caminhadas”, afirmou o diretor de mobilidade.

A sustentabilidade também foi encarada como um fator fundamental pelos organizadores, de acordo com ele.

“É muito importante para nós. Tentamos, por exemplo, tornar nossa frota de ônibus totalmente elétrica e sustentável”, disse.

No metrô, além disso, os torcedores terão 30 minutos grátis por dia para usar a rede wifi, caso precisem consultar alguma informação ou localização.

Quanto aos bondes, a cidade possui três redes principais.

O Lusail Tram contará com quatro linhas diferenciadas por cores – rosa, roxo, turquesa e laranja -, perfeitamente coordenadas com o metrô de Doha.

Ao todo, 25 bondes modernos com capacidade para 250 pessoas ligarão a cidade de Lusail – onde serão disputados o jogo de abertura e a final, entre outros duelos -, com o norte de Doha.

Por sua vez, o Education City Tram opera na região da Qatar Foundation, um dos principais pontos turísticos da cidade e sede de um dos estádios do torneio. São 11,5 quilômetros de linha, com capacidade para 180 passageiros por composição.

Por fim, o Msheireb Tram funciona no centro da cidade e percorre de forma circular o bairro inteligente de Msheireb, a poucos passos do mercado de Doha, uma das maiores atrações turísticas da capital qatariana.

Os visitantes contarão ainda com uma rede de rodovias completamente nova, um serviço de táxi e veículos com motoristas privados, táxis aquáticos para ligar áreas da baía de Doha, sem falar em bicicletas, patinetes e motos elétricas para locação.

PLANEJAR A VIAGEM

É importante que os torcedores tenham em mente a fácil disposição da cidade para se organizarem bem.

Desde o aeroporto, há muitas opções para chegar à cidade. O metrô, os ônibus e os transportes privados são rápidos. Os hotéis também fornecem serviços de transporte entre o aeroporto e os locais de hospedagem.

Uma vez na área urbana, o melhor é se deslocar a pé pelo centro de Doha – West Bay, Souq Waqif/La Corniche e o parque de Al Bidda – e percorrer as principais atrações turísticas e restaurantes da cidade e o entorno das áreas Fan Fest para torcedores.

Apesar de o mais indicado seja caminhar, há serviços de ônibus que conectam todas as regiões.

Para ir aos estádios, o melhor é se programar para aproveitar a festa horas antes dos jogos. Metrô e ônibus são as melhores opções.

“O Qatar será o menor país do mundo a organizar um evento tão importante. E a proximidade destes lugares, destes oito excelentes estádios, permite assistir a mais de dois jogos em um dia, mas é preciso se planejar. Assim, meu último conselho é para que se organizem com antecedência. Haverá os meios de transporte à disposição para ir de um ponto a outro”, disse Al Zarraa.

A organização não quis que ninguém corresse riscos, assim, no aplicativo para celulares do visto obrigatório – o ‘Hayya Card’ – foi incluído um planejador de viagem com os horários em tempo real de ônibus e metrô, a possibilidade de reservar assentos, alertas de mobilidade e o passe gratuito para torcedores.

Um investimento e um planejamento à altura de um país extremamente preparado para receber o maior espetáculo futebolístico do mundo.

 

 

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