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Intel lança processador Core Series 2 com desempenho em tempo real e amplia o portfólio de IA de borda

Processador Intel Core Série 2 com núcleos P

Nova plataforma pronta para a indústria oferece desempenho determinístico inovador; sexto suíte de IA de borda voltado para aplicações de saúde

  • Processadores Intel® Core™ Série 2 com núcleos P lançados como plataforma pronta para a indústria para aplicações de borda críticas
  • A Edge AI Suite for Health & Life Sciences fornece pipelines de referência validados para soluções de monitoramento de pacientes baseadas em IA

NUREMBERG, Alemanha — 9 de março de 2026 — No Embedded World 2026, a Intel lançou o processador Intel® Core™ Série 2 com P-cores, uma plataforma pronta para a indústria projetada para aplicações de borda críticas. A Intel também anunciou sua mais recente suíte Edge AI para Ciências da Saúde e da Vida, fornecendo pipelines de referência validados e ferramentas de benchmarking para soluções de monitoramento de pacientes baseadas em IA.

  • “A Intel continua liderando em edge computing, que continua sendo um dos nossos segmentos de negócios que mais cresce”, disse Dan Rodriguez, vice-presidente corporativo da Intel e gerente geral do Edge Computing Group. “Com a introdução da Core Series 2, nosso lançamento na CES da Core Ultra Series 3 e nossas crescentes Edge AI Suites, continuamos a oferecer plataformas abrangentes que atendem às diversas necessidades dos clientes de borda, com desempenho inovador, confiabilidade e aceleração integrada de IA.”

IA que Move o Mundo

Dan Rodriguez, vice-presidente corporativo do Grupo de Computação de Borda da Intel, exibe um processador Intel Core Series 2 com núcleos P no Embedded World 2026 em Nuremberg, Alemanha.

Intel Core Series 2 Resolve Desafios Industriais em Tempo Real

Os processadores Intel Core Series 2 enfrentam os desafios críticos enfrentados pelas operações industriais modernas, que exigem processadores capazes de lidar com múltiplas cargas de trabalho críticas simultaneamente — desde sistemas de controle críticos de segurança até processamento de dados em tempo real — tudo isso mantendo o tempo preciso e o desempenho determinístico. Processadores tradicionais frequentemente forçam os fabricantes a escolher entre poder computacional e confiabilidade em tempo real, levando a arquiteturas complexas de multiprocessador que aumentam custos e complexidade do sistema. Processadores Intel Core Série 2 enfrentam esses desafios de frente. Comparado ao AMD Ryzen™ 7 9700X, os processadores Intel Core Série 2 entregam até 4,4 vezes menor latência máxima PCIe1, até 2,5x mais tempo de resposta determinística2, até 3,8x melhor desempenho determinístico3, e até 1,5x maior desempenho multi-thread4, entregando o desempenho que a indústria precisa.

Suítes de IA de Ponta Aceleram a Inovação em IA em Saúde

A Intel antecedeu sua suíte de IA em Ciências da Saúde e da Vida, focada no monitoramento de pacientes habilitado por IA. À medida que os sistemas de saúde enfrentam volumes crescentes de pacientes e restrições de pessoal, o monitoramento de pacientes está evoluindo de dispositivos isolados para ecossistemas inteligentes e conectados que exigem soluções habilitadas por IA para obter insights mais precoces e operações reais e confiáveis. A suíte apresenta cargas de trabalho multimodais simultâneas rodando localmente em processadores Intel — incluindo detecção de arritmias por eletrocardiograma (ECG) baseada em IA, fotopletismografia remota e rastreamento visual 3D anônimo — ajudando fabricantes de equipamentos originais (OEMs), fabricantes de design original (ODMs) e fornecedores independentes de software (ISVs) a avaliarem plataformas usando cenários representativos em vez de benchmarks sintéticos.

Juntamente com os recentemente lançados processadores Core Ultra Series 3, os processadores Intel Core Series 2 com núcleos P e a nova suíte de IA Edge Health & Life Sciences demonstram o portfólio abrangente de edge da Intel que atende a todo o espectro de necessidades dos clientes — desde controle determinístico em tempo real até aceleração avançada de IA — possibilitando inovação mais rápida em manufatura, saúde e aplicações emergentes de ponta.

Disponibilidade: Sistemas de borda equipados com Intel Core Ultra Series 3 e Intel Core Series 2 com núcleos P já estão disponíveis.

Uma versão de prévia da suíte Edge AI para Saúde e Ciências da Vida já está disponível no GitHub e a disponibilidade geral está prevista para o segundo trimestre de 2026.

Sobre a Intel Corporation Intel (NASDAQ: INTC) é líder do setor, criando tecnologias que mudam o mundo e possibilitam o progresso global e enriquecem vidas.

Letras pequenas:

1Conforme estimado pela latência máxima de leitura PCIe no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

2Conforme estimado pela latência máxima em testes cíclicos no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

3Conforme estimado pelo jitter máximo no RTC-testbench no processador Intel® Core 9 273PE rodando em TDP = 65W e AMD RyzenTM 7 9700X em TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

4Conforme estimado pelas estimativas de desempenho SPECrate®2017_int_base (n cópias). SPEC,® SPECrate® e SPEC CPU® são marcas registradas da Standard Performance Evaluation Corporation. Veja http://www.spec.org/spec/trademarks.html para mais informações. Processador Intel® Core 9 273PQE rodando a TDP = 125W e Intel® Core i9-14901E a TDP = 65W. Os resultados individuais do sistema podem variar, pois energia e desempenho são afetados pelo uso, configuração e outros fatores.

Créditos da matéria:https://newsroom.intel.com/

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Transporte no Qatar durante Copa será inovador, sustentável e gratuito

Jogos do Mundial acontecerão, pela primeira vez na história, em uma distância máxima de apenas 55 quilômetros

Rápido, moderno, limpo e gratuito. O transporte é extremamente fácil no Qatar, que assumiu o desafio de renovar as suas infraestruturas para organizar uma Copa do Mundo que deixa um extraordinário legado e um modelo de mobilidade inovador e eficaz.

“Diante da expectativa de receber durante a competição de 1,5 milhão a 2 milhões de pessoas em um mês, analisamos a capacidade de nossas infraestruturas no transporte público, no metrô, o que poderíamos fazer para ajudar a completar o serviço e responder às demandas”, disse Thani Al Zarraa, responsável pela área de mobilidade do Qatar 2022, à Agência EFE.

A partir dessa premissa, o país estabeleceu um plano para contar, em 2030, com infraestruturas em que a inovação tecnológica, a sustentabilidade e o desenvolvimento urbanístico sejam um selo de identidade.

“Estima-se que investimos o total de US$ 200 milhões em infraestruturas e transporte. Consideramos que a Copa do Mundo é um marco para nosso futuro, mas esse investimento vai além do torneio para nós”, completou.

COMO SE DESLOCAR DURANTE A COPA

Em outras edições da Copa do Mundo, os estádios estavam em diversas cidades ou mesmo em diferentes países, com sedes separadas por centenas de quilômetros de distância. Mas, no Qatar, os 64 jogos da Copa acontecerão, pela primeira vez na história, em uma distância máxima de apenas 55 quilômetros.

Isso dá claras vantagens. Os torcedores poderão se hospedar em um mesmo local e serem capazes de assistir a todos os jogos usando unicamente o transporte público. Jogadores e comissão técnica não perderão tempo com longos deslocamentos, podendo focar na preparação, e, em termos de segurança, haverá maior controle.

Além disso, com o ‘Hayya Card’, os visitantes poderão usar de forma gratuita todos os meios de transporte público disponíveis.

“Uma vez que você chega ao aeroporto, apenas por ser um torcedor, terá à disposição o transporte público gratuito, seja metrô ou ônibus, que te levará a áreas centrais ou de hospedagem”, afirmou Zarraa.

TRANSPORTE RÁPIDO E INTELIGENTE

A capital, Doha, contará com 79 quilômetros de metrô distribuídos em três linhas: a vermelha, a verde e a dourada, com um total de 37 estações. São 110 trens com acesso direito a cinco dos oito estádios do Mundial, que terão serviços de ônibus gratuitos ou cuja distância pode até ser percorrida a pé em alguns casos.

O sistema inovador de mobilidade sem condutores funcionará por quase 24 horas durante o torneio, com capacidade máxima de 10 horas da manhã às 2 da madrugada (horário local).

“Gostaria de destacar certos aspectos. O metrô é um meio de transporte de muito fácil acesso, tanto para o centro da cidade como para os estádios, assim como ônibus e as caminhadas”, afirmou o diretor de mobilidade.

A sustentabilidade também foi encarada como um fator fundamental pelos organizadores, de acordo com ele.

“É muito importante para nós. Tentamos, por exemplo, tornar nossa frota de ônibus totalmente elétrica e sustentável”, disse.

No metrô, além disso, os torcedores terão 30 minutos grátis por dia para usar a rede wifi, caso precisem consultar alguma informação ou localização.

Quanto aos bondes, a cidade possui três redes principais.

O Lusail Tram contará com quatro linhas diferenciadas por cores – rosa, roxo, turquesa e laranja -, perfeitamente coordenadas com o metrô de Doha.

Ao todo, 25 bondes modernos com capacidade para 250 pessoas ligarão a cidade de Lusail – onde serão disputados o jogo de abertura e a final, entre outros duelos -, com o norte de Doha.

Por sua vez, o Education City Tram opera na região da Qatar Foundation, um dos principais pontos turísticos da cidade e sede de um dos estádios do torneio. São 11,5 quilômetros de linha, com capacidade para 180 passageiros por composição.

Por fim, o Msheireb Tram funciona no centro da cidade e percorre de forma circular o bairro inteligente de Msheireb, a poucos passos do mercado de Doha, uma das maiores atrações turísticas da capital qatariana.

Os visitantes contarão ainda com uma rede de rodovias completamente nova, um serviço de táxi e veículos com motoristas privados, táxis aquáticos para ligar áreas da baía de Doha, sem falar em bicicletas, patinetes e motos elétricas para locação.

PLANEJAR A VIAGEM

É importante que os torcedores tenham em mente a fácil disposição da cidade para se organizarem bem.

Desde o aeroporto, há muitas opções para chegar à cidade. O metrô, os ônibus e os transportes privados são rápidos. Os hotéis também fornecem serviços de transporte entre o aeroporto e os locais de hospedagem.

Uma vez na área urbana, o melhor é se deslocar a pé pelo centro de Doha – West Bay, Souq Waqif/La Corniche e o parque de Al Bidda – e percorrer as principais atrações turísticas e restaurantes da cidade e o entorno das áreas Fan Fest para torcedores.

Apesar de o mais indicado seja caminhar, há serviços de ônibus que conectam todas as regiões.

Para ir aos estádios, o melhor é se programar para aproveitar a festa horas antes dos jogos. Metrô e ônibus são as melhores opções.

“O Qatar será o menor país do mundo a organizar um evento tão importante. E a proximidade destes lugares, destes oito excelentes estádios, permite assistir a mais de dois jogos em um dia, mas é preciso se planejar. Assim, meu último conselho é para que se organizem com antecedência. Haverá os meios de transporte à disposição para ir de um ponto a outro”, disse Al Zarraa.

A organização não quis que ninguém corresse riscos, assim, no aplicativo para celulares do visto obrigatório – o ‘Hayya Card’ – foi incluído um planejador de viagem com os horários em tempo real de ônibus e metrô, a possibilidade de reservar assentos, alertas de mobilidade e o passe gratuito para torcedores.

Um investimento e um planejamento à altura de um país extremamente preparado para receber o maior espetáculo futebolístico do mundo.

 

 

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Azul pretende utilizar combustível renovável em seus voos no Brasil

Os discursos durante o Congresso Mercado Global de Carbono foram marcados por falas a respeito de sustentabilidade e inovação tecnológica para a otimização do uso da energia no país.

A companhia aérea Azul quer começar a utilizar biocombustíveis em seus voos no Brasil. Em conversas com fabricantes de aviões, a Azul demonstrou interesse em viabilizar a mistura de um Combustível de Aviação Sustentável (SAF – sigla em inglês) com o querosene de origem fóssil.

A informação foi dada pelo CEO da empresa, John Rodgerson, durante o Congresso Mercado Global de Carbono, organizado pela Petrobras e pelo Banco do Brasil. O CEO ainda destacou a potencialidade do Brasil na produção do SAF, que pode ser produzido por meio da atividade agropecuária, e criticou os preços dos combustíveis no país:

“Se nós usarmos o que temos no Brasil, alguns lugares têm três safras ao ano e podem produzir SAF. Podemos começar a abastecer nossas aeronaves em um preço quase igual ao que temos hoje [do querosene] (…) Já estou pagando o preço mais caro do mundo aqui no Brasil para abastecer nossas aeronaves.”

A Azul ainda pretende oferecer uma compensação aos seus clientes sobre a emissão de carbono em voos no Brasil. Segundo John Rodgerson, “em dois meses na Azul você vai poder fazer isso” e o custo adicional seria de 75 reais.

 

Créditos da matéria: https://www.poder360.com.br

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Inovação tecnológica pode ajudar na preservação da floresta amazônica

Projetos inovadores buscam contribuir na proteção e preservação de um dos biomas mais importantes do mundo.

Pesquisadores e cientistas têm alertado sobre a necessidade de conscientizar a sociedade quanto à preservação do meio ambiente. Em meio à ameaça real das mudanças climáticas, o Brasil pode ter um papel fundamental para todo o planeta, evitando o desmatamento e protegendo a fauna e a floresta amazônica.

EcoConsciente

Aerial View of Rainforest in Brazil

O assunto foi abordado durante a 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26), realizada em novembro, em Glasgow, na Escócia. Na ocasião, pesquisadores e cientistas enfatizaram a importância da Amazônia para o mundo.

O fato de a bacia amazônica conter 20% da água doce não congelada da Terra, com a presença de mais de duas mil espécies de peixes, e a capacidade da floresta de absorver até 20% do total de carbono capturado pelas florestas do mundo foram alguns dos pontos destacados.

No entanto, os cientistas alertaram sobre os riscos que afligem o bioma Amazônia, que compreende, além do Brasil, outros oito países da América do Sul. De acordo com o Relatório de Avaliação da Amazônia, apresentado durante a COP-26, quase 70% dos territórios indígenas e das áreas protegidas estão ameaçados.

Dentre os fatores que colocam em risco a preservação da Amazônia estão o desmatamento, a extração ilegal de madeira, a mineração, a construção de hidrelétricas e estradas, dentre outros.

A situação torna-se ainda mais alarmante quando observados os dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) que apontam o ano de 2021 como o mais mortífero para o bioma na última década, registrando a destruição de 7.715 quilômetros quadrados de floresta.

Quatro iniciativas inovadoras que contribuem para a preservação

Preservar e recuperar a área devastada da Amazônia requer o compromisso de governantes e da sociedade com a causa. Nesse processo, as inovações tecnológicas aliadas à pesquisa científica podem contribuir para encontrar soluções.

Amazônia 4.0

Algumas iniciativas têm sido criadas com esse foco. O projeto Amazônia 4.0, liderado pelos cientistas Carlos Nobre e Ismael Nobre, pretende criar os chamados Laboratórios Criativos da Amazônia para uma transformação socioeconômica na região. A ideia é estabelecer modelos de negócio inclusivos que preservem o bioma e distribuam os lucros entre os moradores.

Amazon Bank of Codes

Já o Amazon Bank of Codes é uma plataforma pela qual é possível fazer o mapeamento de sequenciamentos genéticos da biodiversidade da Amazônia. O trabalho é desenvolvido por pesquisadores de diferentes países. Os dados são abertos, o que garante transparência sobre as informações de uma das regiões mais importantes do mundo.

PrevisIA

Outra iniciativa que também mantém os dados abertos ao público é a plataforma PrevisIA, que contribui para a prevenção do desmatamento. Com o uso de Inteligência Artificial (IA), a ferramenta mapeia as áreas de risco, a partir da análise da topografia, da cobertura do solo, da existência de estradas legais e ilegais, da infraestrutura urbana e dos dados socioeconômicos. A plataforma foi desenvolvida por Microsoft, Imazon e Fundo Vale.

Amazônia 1

Outra inovação tecnológica é o projeto Amazônia 1, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com a Agência Espacial Brasileira. Trata-se do primeiro satélite 100% brasileiro, que permitirá monitorar a região Amazônica, identificando ações de desmatamento e riscos ao bioma.

 

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Centro de Inovação em Novas Energias é criado em São Paulo

Uma nova parceria anunciada nesta semana pretende colocar o Brasil entre a vanguarda das pesquisas em novas fontes de armazenamento de energia e conversão de energia limpa.

Publicado em 28 de maio. 

A criação do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) é resultado de uma parceria que envolve as universidades Estadual de Campinas (Unicamp) e de São Paulo (USP), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a empresa Shell.

O objetivo do CINE é desenvolver novos dispositivos de armazenamento de energia com emissão zero de gases de efeito estufa (ou próximo de zero) e que utilizem como combustível fontes renováveis, além de novas rotas tecnológicas para converter metano em produtos químicos, entre outros objetivos. O centro receberá investimento de R$ 110 milhões em cinco anos.

A Unicamp, USP e Ipen aportarão R$ 53 milhões como contrapartida econômica, na forma de salários de pesquisadores e de pessoal de apoio, infraestrutura e instalações. A Shell aportará um total de até R$ 34,7 milhões, enquanto a FAPESP reservou um investimento de R$ 23,14 milhões.

Transferência de tecnologia

O CINE terá quatro divisões de pesquisa, com sedes na Unicamp (Armazenamento Avançado de Energia e Portadores Densos de Energia), na USP (Ciência de Materiais e Químicas Computacionais) e no Ipen (Rota Sustentável para a Conversão de Metano com Tecnologias Químicas Avançadas), e que desenvolverão, ao todo, 20 projetos.

missão do centro será produzir conhecimento na fronteira da pesquisa e, paralelamente, transferir tecnologia para o setor empresarial. As pesquisas poderão gerar resultados que serão usados pela Shell para gerar startups ou firmar parcerias com outras empresas.

A FAPESP já apoia Centros de Pesquisa em Engenharia em parceria com as empresas GSK, com sedes na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e no Instituto Butantan; outro com a Shell, instalado na Escola Politécnica da USP; com a Peugeot Citroën, na Unicamp; e mais um com a Natura, na USP.

Estão em vias de serem constituídos outros centros em parceria com: Embrapa, em mudanças climáticas; Statoil, em gerenciamento de reservatórios e produção de petróleo e gás; Usina São Martinho, em medidas sustentáveis para o controle de doenças que afetam a cana-de-açúcar; Koppert, no controle biológico de pragas.

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Créditos da matéria: Site Inovação Tecnológica.

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