Henkel apresenta primeiras garrafas produzidas por reciclagem química

Através da reciclagem química, os resíduos de plástico misto, que antes eram impossíveis de reciclar, podem agora ser efetivamente reprocessados e reutilizados.

A multinacional alemã Henkel produziu pela primeira vez garrafas a partir de plástico quimicamente reciclado, um sistema que permite reprocessar e reutilizar resíduos de plástico misto e que até agora não podia ser reciclado, foi hoje anunciado.

“Vemos um enorme potencial para a reciclagem química dos produtos, para complementar a reciclagem mecânica convencional”, refere Thorsten Leopold, Head of International Packaging Development Home Care da Henkel, citado num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.

A reciclagem química de produtos permite, assim, que os resíduos de plástico que não podem ser reciclados mecanicamente sejam reintroduzidos no ciclo do material.

Desta forma, a matéria-prima secundária que resulta da reciclagem mecânica e que não pode ser por esta aproveitada, acaba por servir como matéria-prima para a indústria química produzir plásticos para diversos fins, nomeadamente embalagens.

As primeiras garrafas produzidas por reciclagem química agora apresentadas fazem parte de um projeto-piloto que se insere num projeto que envolve a colaboração da Henkel com a BASF.

Créditos da matéria:  Notícias ao Minuto

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Rede de supermercado investe em tecnologia para publicidade consciente

Alternativas para diminuir a produção do lixo no mundo é preciso, por esse motivo, uma rede de supermercado criou uma solução para e redução de resíduos usando a Publicidade Consciente. Confira mais na matéria:

O aumento da produção de lixo no Brasil é cada dia maior. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) mostram que, em 2017, cada brasileiro gerou 378 kg de resíduos e, nesse mesmo ano, o despejo inadequado aumentou em 3%. Outro dado preocupante vem da principal forma de combate a este aumento – a reciclagem. Apenas 3% é de fato reaproveitado e reciclado, segundo estudo do Plano Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS.

Diante disso e do aumento de lixões espalhados pelo país (cerca de 3 mil de acordo com a Abrelpe) tentativas por mais sustentabilidade e redução na produção de lixo começam a surgir nos meios empresariais, sociais e econômicos do país. Além das legislações que, por exemplo, proíbem o uso dos canudos plásticos nos estabelecimentos, mais ações começam a ser criadas, como é o caso da novidade lançada pelo Supermercado Vicari – de Araucária (PR). A rede, com 3 lojas, completou 20 anos recentemente e passou a fazer, no lugar de encartes de promoções impressos, QR Codes gigantes em outdoors espalhados pela cidade para os clientes terem os preços acessíveis na palma da mão, nos seus smartphones.

Segundo a direção da rede, o objetivo dos outdoors é despertar o interesse dos seus clientes para esta nova tecnologia, na facilidade do acesso às ofertas na hora que o cliente quiser, além de evitar o desperdício de papel e despertar ações sustentáveis.

publicidade consciente“Tentativas por mais sustentabilidade e redução na produção de lixo são nossa responsabilidade. Os empresários não devem apenas reagir as iniciativas da legislação, como foi no caso da proibição dos canudos plásticos, devem sim ter iniciativas próprias, enxergar alternativas para os resíduos que as suas empresas produzem”, diz Rodrigo Vicari – diretor do grupo.

Os outdoors estarão espalhados por oito pontos de Araucária, mas os clientes também terão à disposição imãs de geladeira com o QR Code que permite o acesso as promoções da semana. Para os clientes que ainda não são muito adeptos da tecnologia, o Vicari disponibilizará vídeos nas lojas físicas, além de incluir em canais como YouTube, Facebook e Instagram, explicando como é o acesso aos códigos espalhados pela cidade, além de colaboradores treinados para explicar a novidade. Com essa ação, o supermercado – que antes imprimia cerca de 60 mil folhetos semanais – passa a economizar entre 90% da sua despesa com material impresso, o que significa 50% da receita dos custos de marketing do estabelecimento. Além disso, são menos 480 kg de papel descartados no meio ambiente todas as semanas.

 

 

 

Créditos da matéria:  Terra

Créditos da imagem: Divulgação

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“Agora é Normal”

Normalnow.com é um site que divulga uma campanha de educação e conscientização sobre os benefícios dos veículos elétricos. Como muitas novidades do passado, como a própria internet e o telefone celular, a ideia de comprar um carro elétrico pode parecer estranha no início, mas vai evoluindo e se tornando normal com o tempo. Confira:

Novas tecnologias podem parecer estranhas no começo, mas com o tempo nos acostumamos e adaptamos a suas vantagens, principalmente quando traz benefícios para o planeta.

 

Créditos:  NormalNow.com

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Brasil sobe em ranking e tem perspectiva de crescer mais em energia eólica

Energia eólica tem um futuro promissor no Brasil. O país avança em desenvolvimento de Parques Eólicos e conquista melhores posições no ranking mundial do setor. Confira a matéria completa:

Natal, 7 jul (EFE).- A energia eólica entrou com força no Brasil nos últimos anos e o país chegou até a oitava colocação do ranking mundial de capacidade instalada, que cresceu 15 vezes na última década. O país passou de 1 GW de capacidade instalada em 2010 para 15,1 GW neste ano, distribuídas em 600 parques eólicos em 12 estados, segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)

A energia eólica ganhou espaço e atualmente representa 9,2% da matriz energética nacional, atrás apenas das usinas hidrelétricas, que têm 60,3%

Apesar do sólido avanço, esta fonte de energia renovável ainda tem bastante espaço para crescer no país, segundo os especialistas, e espera-se que em 2023 haja cerca de 19,4 GW de capacidade eólica instalada, levando em conta os leilões já realizados e os contratos assinados no mercado.

“Temos uma perspectiva de crescimento muito grande. Vemos que a eólica e a solar são as fontes que mais vão crescer no Brasil nos próximos 30 anos”, explicou à Agência Efe, a presidente da ABEEólica, a economista Elbia Silva Gannoum.

Apesar das conquistas nos últimos anos, graças à melhoria da tecnologia, da competitividade e das boas perspectivas em relação ao futuro, Elbia ressaltou que a situação de fragilidade da economia brasileira representou um freio para o setor ao reduzir a contratação de energia nos leilões.

O Brasil entrou em uma profunda recessão entre 2015 e 2016, quando o Produto Interno Bruto (PIB) perdeu cerca de sete pontos percentuais e, entre 2017 e 2018, a economia cresceu apenas 2%. As previsões para este ano continuam fracas e, segundo as projeções do mercado financeiro, o PIB brasileiro registrará um crescimento tímido de 0,8% em 2019.

“A economia está dificultando, quando houver crescimento econômico veremos um crescimento maior do setor. Mesmo assim, temos um mercado crescendo bastante na média e com uma perspectiva futura muito boa”, acrescentou a presidente de ABEEólica. A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis, com ventos regulares e intensos, e onde proliferaram as turbinas de geração de energia eólica.

No município de Rio do Fogo, no Rio Grande do Norte, está a primeira instalação da Iberdrola no desenvolvimento de energias renováveis nesse país, inaugurada em 2006, e que representa o ponto de partida de um empreendimento que tem se expandido com força na última década. A empresa espanhola Iberdrola, que está presente no país através da filial Neoenergia, conta com 17 parques eólicos em funcionamento, distribuídos nos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia (nordeste), com potência instalada de 516 megawatts (MW), e tem outros 15 em construção.

Com a conclusão da implantação de todos os projetos, a carteira de ativos em operação de Iberdrola em energia eólica totalizará em torno de 1 GW em 2022. O crescimento dos projetos eólicos de Iberdrola no Brasil acompanhou o do próprio setor no país, onde já existe uma rede produtiva nacional, com seis fabricantes de turbinas em solo brasileiro. “Essas fontes sofreram mudanças tecnológicas que fazem com que sua produtividade aumente e podem competir com a fonte mais barata que é a hidrelétrica, cujos recursos estão se esgotando”, detalhou Elbia. EFE.

Alba Santandreu.

Créditos da matéria:  Economia Uol

Créditos da imagem: Internet

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10 formas de produzir menos lixo

Transformar uma atitude em um hábito é difícil, porém muito necessário quando se trata de cuidar melhor do nosso planeta. Ideias para produzir menos lixo são importantes para a qualidade de vida, hoje e nas próximas gerações. Confira a matéria:

O crescimento do lixo é o reflexo do nosso aumento de consumo. Quanto mais adquirimos mercadorias, mais embalagens descartamos.

Os meios de comunicação frequentemente nos chamam a atenção sobre esse problema, buscando conscientizar a população a produzir menos lixo, mas, ainda há muito a ser feito.

Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), para acomodar os 7,6 bilhões de moradores do mundo, suprir o uso de recursos e absorver o lixo gerado, seria necessário 70% de outro planeta Terra.

Algumas organizações e empresas têm se manifestado para a conscientização da necessidade da redução do lixo, como a UCO Gear, empresa especializada em produtos para camping, que criou há quatro anos um desafio na internet. Neste desafio, as pessoas recolhem o lixo dos locais públicos e postam fotos mostrando o antes e depois da limpeza.

O “Trashtag Challenge”, ou “Desafio do Lixo” viralizou nas redes sociais com a hashtag – #trashtagchallenge. O desafio tem o intuito de conscientizar as pessoas sobre o lixo que produzem e como elas lidam com ele, além de incentivá-las a manter os locais públicos limpos.

Imagem: VnExpress

O volume de lixo gerado em todo o mundo é imenso, e a única forma de solucionar esse problema é repensar formas mais responsáveis de consumo.

Neste post daremos 10 dicas de como produzir menos lixo e ajudar o meio ambiente.

1 – Cuidado com o lixo eletrônico

Estima-se que o mundo produzirá 120 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano até 2050.

O descarte do lixo eletrônico em 80% dos casos é realizado de forma inadequada. São levados para aterros, onde ficam expostos a céu aberto, contaminando solos e lençóis freáticos e, expõem a população à substâncias perigosas como mercúrio, chumbo e cádmio.

Uma opção para realizar o descarte de maneira adequada é devolver ao fabricante. Algumas empresas já possuem sistema de coleta de e-lixo residencial, como Dell, Apple e Epson. Outra opção é fazer doações para instituições de caridade, ongs e museus, como em caso de computadores que estejam em boas condições.

2 – Use a criatividade e reutilize

Existem diversas maneiras de reutilizar objetos e embalagens. Com habilidade manual e criatividade, você pode pintar, revestir e enfeitar as caixas de leite, latas de alimentos e entre outros recipientes, para fazer porta-trecos, vasos e potes de mantimentos.

Até aquele café que acabou de ser passado pode ser reutilizado. Ao invés de jogar a borra fora, use para o crescimento sadio das plantas e como repelente contra insetos.

3 –  Dê preferência para hortas e feiras

As feiras livres possuem uma oferta maior de diversidade de alimentos in natura que tendem a estar mais frescos, e diferente dos industrializados, eles não geram tanto consumo de embalagens e ainda deixam você mais saudável.

Com essas atitudes, além de reduzir a quantidade de embalagens, está ajudando a contribuir para a economia local.

4 – Reduza o uso de sacolas plásticas

Quando for às compras opte por sacolas sustentáveis como ecobags, caixa de papelão ou até sacolas biodegradáveis. Mas se não for possível, evite colocar os produtos em muitas sacolas. Recicle as que você usa e dê funções à elas, como no uso das lixeiras de casa.

5 – Atenção às embalagens

Dê atenção para as informações nos rótulos!
Verifique se as embalagens podem ser recicladas e se a empresas buscam ações em prol da preservação do meio ambiente. 

Busque por opções de “rótulos verdes” e selos como:

  • Símbolo da reciclagem: indica que a embalagem poderá ser reciclada.
  • Selo da FSC: atesta que o papel foi retirado de fontes controladas ou reflorestadas.
  • Selo de orgânicos: atesta a não utilização de pesticidas e outros produtos químicos em sua produção.
  • Selo Fair Trade: certifica que foi estabelecido um preço justo, estabelecendo condições de equilíbrio para o desenvolvimento sustentável.

6 – Descubra novas receitas e reduza o desperdício 

Procure receitas que utilizem o máximo de todos os alimentos, como as cascas, sementes e folhas. Um exemplo é a abóbora e a batata que podem ser consumidas com casca.

Ao ir às compras, compre apenas o que irá consumir, assim estará evitando o desperdício e o acúmulo de lixo orgânico. 

7 –  Diga não aos objetos descartáveis

Opte por garrafinhas, canecas, copos e até canudos sustentáveis ao invés dos descartáveis. O consumo de plásticos descartáveis é um dos maiores males do meio ambiente.

Evite também o uso de papel toalha e lenços de papéis, e passe a carregar toalhinhas para ir a academia ou correr. 

8 – Recicle

É importante checar com a prefeitura se o seu município tem coleta seletiva, quais os horários e a forma da coleta.

A reciclagem é um importante processo para redução da quantidade de lixo no planeta, beneficiando não só o meio ambiente com a diminuição da poluição do solo, do ar e da água, mas também a saúde pública e gerando renda para catadores.

9 – Alugue ou pegue emprestado

Se você vai realizar algum projeto e será necessário usar apenas uma vez alguns acessórios como furadeira, equipamentos de reformas, utensílios para cozinha entre outros, opte por alugar ou pegar emprestado. Isso evita que mais embalagens sejam utilizadas.

10 – Consuma de forma consciente e sustentável

Parece óbvio, mas é importante relembrar!

Repensar nossos hábitos de consumo é se atentar para a real necessidade do que consumimos e os impactos que nossas ações causam ao meio ambiente.

O consumo consciente e sustentável visa mostrar que os recursos naturais não são infinitos e que devem ser explorados com responsabilidade. Escolher produtos e serviços de empresas conscientes, que prezam pelo meio ambiente, economizar em energia e água são algumas ações que podem ser tomadas.

A marca ämboc traz em sua essência, a sustentabilidade. Todas as nossas camisetas são confeccionadas com tecidos 100% sustentáveis, como o algodão orgânico e tecido feita com garrafa pet reciclada.

Sendo uma marca consciente com a natureza, o nosso papel é promover a sustentabilidade e mostrar que é possível ajudar o meio ambiente e ainda sim usar camisetas estilosas e confortáveis. 

Modificar nossos hábitos não é uma tarefa fácil, leva tempo e amadurecimento, porém com esforço de cada um é possível transformar e obter uma melhor qualidade de vida, tanto para a sociedade atual quanto para gerações futuras.

Créditos da matéria:  amboc

Créditos da imagem: Internet

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5 iniciativas extraordinárias para reduzir o lixo plástico

Sabemos que o plástico é um dos principais poluentes dos oceanos e sua demora na decomposição é um sério agravante. Na matéria a seguir, ideias criativas que podem salvar o planeta. Confira:

Conheça iniciativas exemplares contra o problema do plástico, que causa muita poluição e sofrimento entre os animais marinhos.

O plástico é um material produzido a partir de combustíveis fósseis, que pode levar 1.000 anos para se decompor e é poluente até mesmo quando reduzido a micropartículas. Além de que, é o principal poluidor dos mares e oceanos da Terra atualmente, causando muito sofrimento e morte entre os animais marinhos. PLANETA reuniu aqui cinco iniciativas exemplares contra esse problema global, destacadas pelo site Bored Panda, que estão diretamente ligadas à redução de produtos plásticos no mercado e nos oceanos. Inspire-se!

#1 – Empresa Mexicana Produz Talheres Descartáveis da Sementes de Abacate

A empresa mexicana BioFase está fabricando talheres e canudos descartáveis que biodegradam em apenas 240 dias. O México é responsável por cerca de 50% do suprimento de abacate do mundo, e muitas sementes dessa fruta terminam em aterros sanitários. A Biofase usa essa matéria prima para substituir o plástico. Conheça mais sobre a BioFase na matéria publicada por PLANETA.

#2 – Cervejaria Cria Embalagem Comestível para seus Packs e Evita Poluição

A Saltwater Brewery, da Flórida (EUA), criou uma maneira genial de evitar a morte de animais e a poluição dos mares por material plástico. Criou uma embalagem à base de cevada e trigo para prender as seis latinhas de cerveja que vende em pack, seus componentes biodegradáveis podem, inclusive, alimentar os animais que se encontrarem com essas peças indevidamente descartadas. Já em 1987, a Associated Press anunciou que cerca de um milhão de aves marinhas e 100.000 mamíferos marinhos eram mortos todos os anos por aqueles anéis de plástico que servem para amarrar seis latas em pack. Antes de comprar qualquer coisa embalada em plástico, pense que você está segurando algo que pode levar até 1.000 anos para se dissolver no ambiente – e que mesmo ao se dissolver poluem as águas.

#3 – Cidade Australiana Para a Poluição com o Simples Uso de Redes

Em 2018, a cidade de Kwinana, na Austrália, instalou duas redes de drenagem na Reserva Henley. Essa simples invenção acabou sendo muito mais útil do que se esperava. Em apenas quatro meses, as redes capturaram cerca de 370 kg de lixo. O custo total dessas redes somou US$ 20 mil, o que é muito mais econômico do que o pagamento de trabalhadores que recolheriam manualmente uma parte deles, como materiais plásticos e latinhas.

#4 – Sistema de Limpeza Quer Remover 90% do Plástico dos Oceanos até 2040

Diante de mais de 5 trilhões de peças de plástico atualmente flutuando nos oceanos, há uma necessidade desesperada de novas inovações que possam ajudar a limpar nossas águas. Fundada em 2013, a The Ocean Cleanup é uma organização sem fins lucrativos que tenta encontrar soluções para isso. Ela criou um sistema que se assemelha a um litoral de 600 metros de comprimento no meio do oceano que se aproveita das forças naturais das correntezas para reunir e capturar o plástico. A organização espera limpar 50% do plástico dos oceanos nos próximos 5 anos. E alcançar 90%, até 2040.

#5 – Lei Britânica Reduz Desperdício de Plástico em 37% em Apenas Um Ano

Em 2015, o Reino Unido passou a cobrar as sacolas plásticas dos clientes de supermercado. O que parecia ser um preço muito pequeno – apenas cinco pence por um saquinho -, na verdade resultou em uma grande mudança. Não só desestimulou muitas pessoas a usar uma sacola extra ou desnecessária, como também incentivou as lojas a doar os fundos arrecadados com a venda das sacolas para associações ambientais. Em 2016, a associação Great British Beach Clean anunciou que a quantidade de sacolas plásticas nas praias caiu 37%, provando que houve um impacto positivo e direto no meio ambiente.

Alguns estados brasileiros já começaram a fazer o mesmo. Mas, segundo o Ministério do Meio Ambiente do Brasil, 1 bilhão de sacos plásticos ainda são distribuídos nos supermercados do país por mês. Ainda há um longo caminho a percorrer no mundo todo, porque a mudança de mentalidade em relação a essas “comodidades” costuma levar tempo para acontecer. Nos EUA cada pessoa usa cerca de 1 sacola plástica por dia, resultando em 365 sacolas plásticas por pessoa, enquanto a Dinamarca e os cidadãos da Finlândia usam apenas 4 sacos por ano. Sério, como os escandinavos são tão bons nessas coisas ambientais? Absolutamente excepcional.

Fonte: Revista Planeta

Créditos da matéria:  Revista Planeta

Créditos da imagem: Internet

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#Trashtag Challenge: o desafio online que está levando internautas a recolherem lixo em locais públicos

São tantos desafios que viralizam na internet, mas nenhum deles é tão ambientalmente consciente. A nova “febre” vem conquistando espaço nas redes. Confira mais na matéria:

Milhares de pessoas em vários países têm aderido ao Trashtag Challenge e limpado praias, parques e estradas tomadas por lixo ao redor do mundo

Não é sempre que uma hashtag viraliza para além das redes sociais.

 Mas um desafio online que estimula participantes a recolher lixo de locais públicos tem levado dezenas de milhares de pessoas a fazer exatamente isso.

No chamado “Trashtag Challenge” – algo como hashtag “Desafio do Lixo”, em português – os participantes escolhem um lugar poluído, limpam esse local e postam fotos mostrando o antes e o depois.

 A iniciativa tem ajudado a mudar o cenário em praias, parques e estradas e também a conscientizar sobre a quantidade de lixo plástico que produzimos.

Como surgiu o Trashtag Challenge

 O Trashtag Challenge não é um desafio novo. Foi criado em 2015 pela fabricante de produtos de camping UCO Gear, como parte de uma campanha para proteger áreas silvestres.

 Mas foi com um post publicado na semana passada no Facebook, voltado a “adolescentes entediados”, que aparentemente a ideia ganhou novo fôlego e a hashtag acabou viralizando.

 “Aqui está um novo #desafio para vocês, adolescentes entediados. Tire uma foto de uma área que precise de alguma limpeza ou manutenção, depois tire uma foto mostrando o que fez em relação a isso e poste a imagem. Aqui estão as pessoas fazendo isso #BasuraChallenge #trashtag Challenge, junte-se à causa. #BasuraChallengeAZ”, diz a postagem.

Nas redes sociais, imagens de ações realizadas por participantes começaram então a se espalhar.

 “Eu não tenho foto de antes e depois, mas aqui estão imagens com a minha família apanhando lixo na marginal da rodovia, sempre que paramos para descansar”, postou uma usuária do Twitter, da Argélia, com a hashtag do desafio.

Na Índia, outros usuários usaram o Instagram para mostrar que também estão participando. Mais de 25 mil postagens apareceram na rede social com a hashtag #trashtag – variações incluíam #trashtagchallenge e #trashchallenge.

Em espanhol, ela foi traduzida como #BasuraChallenge.

“Aqui estamos. Com uma pequena contribuição para o meio ambiente… Nós tentamos recolher parte do plástico que a população local jogou em Laldhori, Junagadh, uma das áreas mais bonitas de Girnar (na Índia)”, disse um dos que aderiram.

“É nosso humilde dever manter o MEIO AMBIENTE LIMPO E VERDE e LIVRE do lixo de PLÁSTICO e de outros tipos de LIXO, para que a próxima geração possa desfrutar da beleza original de GIRNAR”.

Este outro grupo em Novosibirsk, na Rússia, disse ter enchido 223 sacolas com lixo, das quais 75% seriam enviadas para reciclagem.

Usuários no Brasil também comentaram o assunto, elogiando o desafio como “um que realmente vale à pena”.

 Há quem tenha aderido à iniciativa, como esta internauta de Curitiba:

E este outro do México, que partiu para a ação: “Hoje completamos o primeiro dia em que nos propusemos a limpar um terreno baldio bem grande, em que colônias vizinhas se acostumaram a jogar lixo e entulho. Anexo o pequeno primeiro avanço. Aceita-se ajuda para os próximos dias de limpeza. #basurachallenge”, postou ele.

E quais serão os rumos dessa história?

 “Tirar o plástico do meio ambiente é importante”, disse Mark Butler, diretor de políticas do Centro Canadense de Ação Ecológica (EAC, da sigla em inglês), ao jornal Star de Halifax.

 “Mas nós precisamos fazer mais do que apenas ir atrás de quem está jogando esse lixo e mais do que limpar essas áreas. Nós precisamos fechar a torneira do plástico”, disse ele, se referindo à produção desse tipo de resíduo e acrescentando que espera que a campanha leve a mudanças fundamentais sobre plásticos descartáveis, por exemplo.

 “Existe a hierarquia dos resíduos, que é recusar, reduzir, reutilizar, reciclar. Se nós não fizermos isso, tudo o que vai nos restar é ficar recolhendo o lixo sem parar.”

Créditos da matéria:  Folha do Meio Ambiente

Créditos da imagem: Carlos Alberto Jr – Internet

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7 alternativas para evitar o uso do canudinho plástico

Buscar alternativas que diminuem o impacto ambiental no planeta é uma necessidade, por isso a importância de adotar o consumo responsável utilizando produtos eticamente corretos. Confira na matéria:

Mais de 8 milhões de toneladas de resíduos vão parar nos oceanos todos os anos e a maior parte desses resíduos é plástico. O canudinho está entre os 10 materiais mais encontrados durante recolhimentos de mutirões realizados em praias e oceanos.

Somente nos EUA, são usados 500 milhões de canudos diariamente. Se alinhados os canudos, um na frente do outro, seria possível dar duas voltas e meia no planeta.

O canudo é feito de um plástico que geralmente não é reciclado por ser muito leve e ter baixo valor comercial, a maior parte deles vai parar nos aterros sanitários, rios, lagoas e oceanos. O plástico nunca se decompõe, ele se quebra em micropartículas que poluem o lençol freático ou viram uma sopa plástica desequilibrando toda a cadeia alimentar. Já foram encontradas partículas de plástico em diversos animais marinhos, como ostras e peixes. Esses animais são consumidos por outros animais, incluindo por nós, humanos.

Diversas aves e animais marinhos já foram encontrados gravemente feridos por canudos, que acabam se prendendo nesses animais ou, confundidos por alimento, vão parar em seus sistemas digestivos, muitas vezes causando a morte.

Beba diretamente no copo

Beba diretamente no copo

A mais fácil e eficaz de todas, simplesmente beba diretamente no copo. Estimule crianças a fazerem o mesmo o quanto antes.

Canudo de papel

Canudo de papel

Se precisar muito usar, opte pelo canudo de papel. Ele se decompõe mais rapidamente e tem menos impacto no meio ambiente. Ele é fácilmente encontrado em diversas lojas de festas e na internet. Lembre-se de sempre priorizar empresas brasileiras e empresas que utilizem papel certificado de origem, como o FSC.

Canudo de silicone

Canudo de silicone

O canudo de silicone é flexível e reutilizável, uma boa opção para crianças pois protege seus dentes, porém, não deixa de ter impacto no meio ambiente. Também pode ser encontrado na internet.

Canudo de vidro

Canudo de vidro

A empresa brasileira Mentah desenvolveu canudos de vidro duráveis que podem ser utilizados por toda a vida. Os vidros são os mesmos utilizados em laboratório, portanto, os restos de alimentos não grudam. Se você quebrar o seu, eles garantem a reposição por um novo. Você pode comprar no site da empresa.

Canudo de metal

Canudo de metal

O canudo de metal é reutilizável e pode ser levado para qualquer lugar. Existem diversos tipos de metais, como alumínio e aço inoxidável, é bom sempre verificar se esses metais são tóxicos ou soltam metais pesados. É possível encontrá-los em diferentes diâmetros e formatos. O kit, geralmente, já vem com um limpador interno. Existem diversos modelos na internet e também pela empresa brasileira Beegreen.

Canudo de bambu

Canudo de bambu

O canudo de bambu é uma opção natural, reutilizável, durável, prática e leve. Existem diversos modelos no mercado. Aqui no Brasil, o site Paz em Gaia vende canudos de bambu feitos de forma artesanal por uma comunidade caiçara do litoral de São Paulo.

Canudo de palha


Canudo de palha

Nos séculos passados, todos os canudos de bebidas eram feitos a partir da palha que sobrava das colheitas de grãos. Por isso, em inglês, os canudos levam o mesmo nome que a palha, straw. Em português também existem alguns lugares que chamam o canudinho de “palhinha”. A partir de 1900, a opção foi aos poucos esquecida e substituída pelo plástico. A empresa californiana Harvest Straws trouxe a tradição de volta e produz canudos a partir de sobras de colheitas. As palhas são orgânicas, curadas e desinfetadas. Após utilizados, eles se decompõe naturalmente. Uma empresa brasileira também desenvolveu o canudo de sêmola de trigo. Lembre-se, prefira sempre comprar produtos feitos localmente e com ética.

Créditos da matéria:  Ciclo Vivo

Créditos da imagem: Ciclo Vivo

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Saiba como se tornar um consumidor consciente em passos simples

Hoje é necessário adotar um consumo consciente, criar bons hábitos para conquistar qualidade de vida e para proteger o meio ambiente. Na matéria a seguir algumas dicas para serem utilizadas no dia a dia. Confira:

Leia mais

Geração eólica cresceu 19% até agosto de 2018

Com 7.017 MW médios, agosto registrou maior produção da história da fonte no país, cuja representatividade chegou a 11,5% do total gerado no Sistema Interligado Nacional durante o mês.

Com uma produção de 4.795 MW médios, a geração de energia eólica em operação comercial no país cresceu 19% entre janeiro a agosto de 2018, na comparação ao mesmo período do ano passado. A informação consta na última atualização do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

Durante agosto, ao alcançar 7.017 MW médios, as usinas eólicas registraram a maior produção de energia da história. A produção elevou a representatividade da fonte, em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema, para 11,5% neste ano. A fonte hidráulica, incluindo as PCHs, foi responsável por 62,2% do total, as usinas térmicas responderam por 25,8% e a fonte Solar com 0,6%.

A CCEE contabilizou ao todo 519 usinas eólicas em operação no país ao final de agosto, somando 13.212 MW de capacidade instalada, e representando incremento de 10,6% frente aos 11.951 MW de capacidade das 470 unidades geradoras existentes em agosto de 2017.

Na análise da geração por estado, o Rio Grande do Norte se mantém como maior produtor eólico no país, com 1.351,2 MW médios de energia entregues nos primeiros oito meses do ano. Na sequência, aparecem a Bahia com 1.162,7 MW médios produzidos, Piauí, com 619,1 MW médios, Ceará, com 617,3 MW médios e o Rio Grande do Sul, com 590,5 MW médios.

Os dados consolidados da câmara confirmaram ainda o estado do Rio Grande do Norte com a maior capacidade instalada, somando 3.592 MW, Em seguida aparece a Bahia com 2.967 MW, Ceará com 2.162 MW, o Rio Grande do Sul com 1.778 MW e o Piauí com 1.443 MW de capacidade.

Créditos da matéria: Canal Energia – Por Redação

Créditos da imagens: Divulgação 

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