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Brasil sobe em ranking e tem perspectiva de crescer mais em energia eólica

Energia eólica tem um futuro promissor no Brasil. O país avança em desenvolvimento de Parques Eólicos e conquista melhores posições no ranking mundial do setor. Confira a matéria completa:

Natal, 7 jul (EFE).- A energia eólica entrou com força no Brasil nos últimos anos e o país chegou até a oitava colocação do ranking mundial de capacidade instalada, que cresceu 15 vezes na última década. O país passou de 1 GW de capacidade instalada em 2010 para 15,1 GW neste ano, distribuídas em 600 parques eólicos em 12 estados, segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)

A energia eólica ganhou espaço e atualmente representa 9,2% da matriz energética nacional, atrás apenas das usinas hidrelétricas, que têm 60,3%

Apesar do sólido avanço, esta fonte de energia renovável ainda tem bastante espaço para crescer no país, segundo os especialistas, e espera-se que em 2023 haja cerca de 19,4 GW de capacidade eólica instalada, levando em conta os leilões já realizados e os contratos assinados no mercado.

“Temos uma perspectiva de crescimento muito grande. Vemos que a eólica e a solar são as fontes que mais vão crescer no Brasil nos próximos 30 anos”, explicou à Agência Efe, a presidente da ABEEólica, a economista Elbia Silva Gannoum.

Apesar das conquistas nos últimos anos, graças à melhoria da tecnologia, da competitividade e das boas perspectivas em relação ao futuro, Elbia ressaltou que a situação de fragilidade da economia brasileira representou um freio para o setor ao reduzir a contratação de energia nos leilões.

O Brasil entrou em uma profunda recessão entre 2015 e 2016, quando o Produto Interno Bruto (PIB) perdeu cerca de sete pontos percentuais e, entre 2017 e 2018, a economia cresceu apenas 2%. As previsões para este ano continuam fracas e, segundo as projeções do mercado financeiro, o PIB brasileiro registrará um crescimento tímido de 0,8% em 2019.

“A economia está dificultando, quando houver crescimento econômico veremos um crescimento maior do setor. Mesmo assim, temos um mercado crescendo bastante na média e com uma perspectiva futura muito boa”, acrescentou a presidente de ABEEólica. A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis, com ventos regulares e intensos, e onde proliferaram as turbinas de geração de energia eólica.

No município de Rio do Fogo, no Rio Grande do Norte, está a primeira instalação da Iberdrola no desenvolvimento de energias renováveis nesse país, inaugurada em 2006, e que representa o ponto de partida de um empreendimento que tem se expandido com força na última década. A empresa espanhola Iberdrola, que está presente no país através da filial Neoenergia, conta com 17 parques eólicos em funcionamento, distribuídos nos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia (nordeste), com potência instalada de 516 megawatts (MW), e tem outros 15 em construção.

Com a conclusão da implantação de todos os projetos, a carteira de ativos em operação de Iberdrola em energia eólica totalizará em torno de 1 GW em 2022. O crescimento dos projetos eólicos de Iberdrola no Brasil acompanhou o do próprio setor no país, onde já existe uma rede produtiva nacional, com seis fabricantes de turbinas em solo brasileiro. “Essas fontes sofreram mudanças tecnológicas que fazem com que sua produtividade aumente e podem competir com a fonte mais barata que é a hidrelétrica, cujos recursos estão se esgotando”, detalhou Elbia. EFE.

Alba Santandreu.

Créditos da matéria:  Economia Uol

Créditos da imagem: Internet

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Pesquisadores criam vidro capaz de converter energia solar em eletricidade

Na matéria a seguir, uma solução inovadora que traz novos recursos sustentáveis para o planeta, confira:

Uma equipe de cientistas do Lawrence Berekley National Laboratry criou um painel de vidro fotovoltaico capaz de absorver energia solar e convertê-la em energia elétrica. Segundo o estudo publicado pelos pesquisadores, no longo prazo o material pode ser usado para substituir a maioria dos painéis tradicionais, criando prédios ou carros capazes de gerar sua própria eletricidade. 

O vidro é revestido por um líquido semicondutor que contém diversos compostos químicos, como césio e iodeto de chumbo. Em temperatura ambiente, ele é bem transparente, permitindo a passagem de 82% da luz que chega nele; no entanto, aquecido até 105ºC, ele assume uma coloração alaranjada e se torna mais opaco, deixando passar apenas 35% da luz.

Quando exposto à luz do sol, o vidro é capaz de converter o calor que chega do astro em energia elétrica. Essa energia, por sua vez, pode ser aproveitada pelo sistema elétrico da casa, do carro ou do prédio em que ele está instalado. Além disso, como ele é menos transparente do que os vidros tradicionais, ele permite a passagem de menos calor para dentro dos locais onde é colocado; dessa forma, um prédio comercial revestido com esse vidro gastaria menos energia com ar condicionado, por exemplo.

Desafios

No entanto, segundo o Fast Co. Design, a equipe de pesquisa do laboratório ainda tem uma série de desafios para tornar a sua criação viável. O primeiro deles é aumentar sua eficiência: por enquanto, ela só converte cerca de 7% da energia que chega até ela em energia elétrica aproveitável. Segundo o professor Peidong Yang, que lidera a equipe de pesquisa, o mínimo para que ele seja economicamente viável seria 10%.

Além disso, os pesquisadores também pretendem reduzir a fronteira de temperatura a partir da qual o vidro começa a gerar energia. Embora ela esteja atualmente em 221ºF (105ºC), os cientistas pretendem baixá-la até 122ºF (50ºC) – que é, segundo eles, a temperatura que um painel de vidro na lateral de um prédio comercial atinge. Nesse caso, as janelas do edifício seriam transparentes de manhã mas iriam escurecendo conforme o dia fosse esquentando.

Finalmente, há uma questão estética também: por enquanto, os pesquisadores só conseguem fazer com que o vidro fique vermelho, laranja ou marrom quando aquecido. No entanto, como designers e arquitetos são alguns dos possíveis interessados no produto, a equipe pretende fazer também modelos de outras cores. Para isso, há duas possibilidades: uma delas é usar outro tipo de perovskita (um dos componentes químicos do vidro) ou usar também um corante no vidro.

Créditos da matéria:  Olhar Digital

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Ambev assina contrato de R$ 140 mi para construção de 31 usinas solares no Brasil

Empresas investem em soluções sustentáveis, praticando uma atitude ambientalmente correta, planejando a diminuição de gastos e reduzindo a poluição. Confira a matéria:

A Ambev assinou contratos com quatro diferentes parceiros para construção de 31 usinas solares até março de 2020 que abastecerão todos os 94 centros de distribuição da cervejaria no país.

O movimento faz parte de um esforço global da matriz, Anheuser Busch InBev, de ter 100% da eletricidade utilizada em todas as operações no mundo proveniente de fontes limpas até 2025 e sucede outras iniciativas do grupo na área.

Em agosto, a maior cervejaria da América Latina se aliou à alemã Volkswagen Caminhões e Ônibus para adicionar 1.600 caminhões elétricos à frota de seus 20 operadores logísticos até 2023.

Garrafas Ambev
Garrafas Ambev

Com o mais recente acordo, que segue um modelo conhecido no mercado como geração distribuída, a Ambev pagará um total de R$ 140 milhões ao longo de um período de dez anos para os quatro parceiros, que por sua vez terão investido R$ 50 milhões na construção das 31 usinas solares.

“Funciona quase que como um aluguel e ao fim do contrato de 10 anos todas as usinas solares serão nossas”, disse o diretor de sustentabilidade e suprimentos da Ambev, Leonardo Coelho.

Ele acrescentou que o projeto total requer 50 mil painéis solares, que juntos devem gerar 2.600 megawatts-hora (MWh) por mês, evitando a emissão de 2.900 toneladas de dióxido de carbono anualmente. Alguns dos componentes serão importados da China e outros montados localmente, segundo o executivo.

“A geração é suficiente para abastecer as residências de 15 mil famílias e claro que, na média, a energia deve ser mais barata, mas o benefício mais significativo disso tudo é o ambiental, não o financeiro”, comentou Coelho.

A Ambev citou pela primeira vez os planos de ter seus centros de distribuição movidos a energia limpa em dezembro, quando noticiou uma parceria inicial com uma empresa de Curitiba para construção de uma usina solar na cidade mineira de Uberlândia.

“Goiás e Sergipe devem provavelmente ser os próximos Estados em nosso cronograma de implementação”, contou o diretor, ressaltando que a cervejaria tem centros de distribuição em quase todos os Estados brasileiros.

A geração distribuída vem ganhando popularidade no Brasil como uma alternativa para fomentar fontes renováveis de energia. Mais recentemente, a agência reguladora Aneel abriu uma consulta pública sobre uma proposta preliminar de alteração nas regras do modelo de negócio a partir de 2020. A expectativa é de que uma decisão seja tomada até o fim deste ano.

Energia Solar Ambev
Energia Solar Ambev

Mas Coelho afirmou que a decisão da Ambev de acelerar a implementação das usinas solares em sua cadeia de distribuição não está relacionada às possíveis mudanças no front regulatório.

Ele ainda enfatizou que os esforços da companhia para conduzir os negócios de maneira mais sustentável não se limitam ao Brasil.

Na Argentina, 100% das cervejarias da empresa utilizam energia eólica, enquanto no Chile as operações são movidas a energia solar e eólica, de acordo com o executivo. A Ambev, na qual a matriz AB InBev detém uma participação de 61,9%, opera em 16 países nas Américas.

O investimento recente em usinas solares no Brasil surge poucas semanas após a subsidiária brasileira da rival Heineken anunciar investimento de R$ 40 milhões em um parque eólico em Acaraú, no Ceará, que produzirá energia suficiente para abastecer cerca de 30% do consumo das 15 cervejarias da marca no país.

Créditos da matéria:  Ambiente Energia

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Alemanha inaugura sua primeira autobahn elétrica

Na busca por soluções para minimizar os danos ao meio ambiente causados pelo transporte de cargas, o Governo alemão testa novas tecnologias que diminuem o impacto ambiental. Confira a matéria completa:

Trecho da A5 perto de Frankfurt é adaptado para a recarga em movimento de caminhões com motores elétricos. Governo busca soluções para diminuir emissões de poluentes pelo transporte de cargas.

A primeira autobahn elétrica da Alemanha, voltada para o transporte de cargas, foi inaugurada nesta terça-feira (07/05) perto de Frankfurt.

Na verdade trata-se de um trecho de 5 km na autobahn A5, no estado de Hessen. Em ambos os lados da pista foram colocados cabos aéreos, semelhantes aos usados pelos bondes elétricos.

Caminhões com motores elétricos poderão se acoplar aos cabos aéreos e recarregar suas baterias ao passarem pelo trecho. Cinco transportadoras participarão de uma fase de testes, executada pelo Ministério do Meio Ambiente da Alemanha.

Os caminhões do teste têm tecnologia híbrida (motores elétricos e a combustão), e o trecho com os cabos serve para o recarregamento das baterias, que podem então ser utilizadas. Quando elas ficarem vazias é acionado o motor a combustão.

O ministério quer testar modelos para o transporte de cargas nas estradas e investiu 50 milhões de euros em três trechos de testes. Um deles é o que fica perto de Frankfurt, e os outros dois serão construídos nos estados de Schleswig-Holstein e Baden-Württemberg.

O objetivo final é encontrar soluções para o transporte de cargas que sejam ao mesmo tempo pouco poluidoras e que emitam poucos ruídos. Os testes também vão avaliar se a mudança atrapalha o trânsito e qual o custo adicional de manutenção das rodovias.

Segundo o ministério, o transporte de cargas têm aumentado nos últimos anos é um grande emissor de gases do efeito estufa.

O ministério justificou a opção pela A5 com o forte tráfego, de mais de 130 mil veículos por dia, dos quais 13 mil caminhões, pelo trecho. “Se funcionar aqui, funciona em qualquer lugar”, disse um responsável.

Se funcionar, isso não significa que todas as autobahns do país teriam que ser adaptadas. Pelos cálculos do ministério bastariam mil quilômetros para o transporte de cargas. O custo final seria de um 1 milhão de euros por quilômetro, ou 1 bilhão de euros no total.

Ainda não está claro como a energia que os caminhões utilizarão para recarregar as baterias seria cobrada. Na fase de testes, a conta será paga pelo Ministério do Meio Ambiente.

Também não está claro quem arcará com os custos da adaptação dos caminhões ao novo sistema. Pelos cálculos da montadora Scania, que fabricou os protótipos para o teste, um caminhão que pode se recarregar enquanto anda custa de 50% a 75% mais do que um caminhão normal.

Os atuais caminhões que andam apenas com motores elétricos podem rodar no máximo 10 quilômetros até ficarem sem carga. O objetivo é chegar a 60 quilômetros.

Além da Alemanha, a Suécia e os Estados Unidos também têm trechos de “rodovias elétricas”.

Créditos da matéria:  DW

Créditos da imagem: Internet

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Paraná terá a 1ª usina do Brasil a gerar energia por meio de esgoto e lixo

Pela primeira vez no Brasil, uma usina produzirá energia usando a tecnologia da biodigestão, utilizando uma combinação de resíduos orgânicos e lodo de esgoto. A expectativa é abastecer 2 mil casas. Confira mais na matéria:

Será construída no Estado uma usina de geração de biogás, que transforma os resíduos em eletricidade para abastecer as casas da região.

O estado do Paraná será o primeiro do Brasil a receber a construção de uma estação de geração de energia por meio de esgoto e de lixo orgânico, uma usina de geração de biogás, que transforma os resíduos em eletricidade para abastecer as casas da região.

A licença para a operação foi dada pelo Instituto Ambiental do Paraná à empresa CS Bioenergia. Segundo a companhia, a usina terá capacidade para produzir 2,8 megawatts de eletricidade por meio de lixo, abastecendo cerca de duas mil residências do Estado.

A matéria-prima para geração de energia virá de estações de tratamento de esgoto e da coleta de lixo produzirá, além do biogás, biofertilizante para a região. A estimativa é que a iniciativa desvie 1000 m³ de lodo de  esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

A Europa é pioneira na produção de biogás a partir da biodigestão, possuindo cerca de 14 mil usinas. Somente a Alemanha abriga oito mil unidades. No Brasil, o biogás ainda tem uma participação pequena na matriz energética e é contabilizado em conjunto com outros biocombustíveis como o bagaço de cana, constituindo a biomassa, responsável por 8,8% da energia gerada no país.

Créditos da matéria:  Casacor

Créditos da imagem: Divulgação/CASACOR

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Honda vai investir R$ 30 milhões para expandir o parque eólico


Investimento para expandir parque eólico e recuperação do mercado automotivo são ótimas notícias para a indústria automobilística e o meio ambiente. Confira a matéria:


Foto: Gabrielle Chagas G1

Unidade paulista ficou quase 3 anos fechada depois de pronta. Ela abre com a produção do Fit e, em dezembro, recebe o WR-V. Até 2021, todos os modelos nacionais da marca sairão de lá.

A Honda vai utilizar energia do vento para compensar a energia elétrica gasta em nova fábrica em SP. A montadora vai investir R$ 30 milhões para expandir o parque eólico que possui em Xangrila-Lá (RS) para que ele produza a mesma quantidade de energia que a fábrica de Itirapina (SP) demanda.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27), durante na cerimônia de inauguração da fábrica paulista.

“Afirmo com orgulho que todos os carros fabricados em Itirapina irão utilizar energia limpa”, disse o presidente da Honda na América do Sul, Issao Mizoguchi.

A unidade recém-inaugurada ficou quase 3 anos fechada depois de pronta, por conta da crise que atingiu também o setor automotivo.

O primeiro carro feito lá é Fit, e a unidade será responsável pela produção de todos os veículos nacionais da marca até 2021. Até agora, os demais modelos saem da fábrica de Sumaré (SP), que será mantida com a produção de componentes.

O próximo modelo a ser feito em Itirapina será o WR-V, em dezembro.

Além disso, a montadora anunciou que vai trazer 3 modelos híbridos (com motor elétrico e outro a combustão) para o Brasil até 2023, mas eles serão importados.

Trancada pela crise

A Honda começou a construir a fábrica de Itirapina em 2013. Fruto de um investimento de R$ 1 bilhão e com uma área de 5,8 milhões de metros quadrados, ela deveria ter sido aberta em 2016.

Em entrevista ao G1, no início do ano passado, Mizoguchi disse que a unidade só seria aberta quando houvesse reais condições – na época, segundo o executivo, não existia demanda suficiente para duas fábricas operando, portanto, ela não produziria nem o equivalente a 1 turno.

Nesta quarta, o executivo explicou que a decisão de por a fábrica para funcionar não se deveu a uma melhora no mercado.

“Não é o aumento (nas vendas de carros no Brasil), a recuperação do mercado que foi o fator decisivo para iniciarmos a produção aqui”, explicou o presidente da montadora.

“(É) Simplesmente porque essa fábrica tem equipamento melhor, layout melhor, ecologicamente melhor também. Tem uma condição para melhorar um pouquinho a competitividade”, completou.

“Você tá com dois carros: um carro antigo e um carro novo. Chega uma hora que você fica com vontade de usar o carro novo”, comparou.

Para Mizoguchi, o Brasil ainda está muito abaixo do nível do começo da década, antes da crise. “(Só vai chegar) Ao nível de 2013, que foi um ano bom de vendas no Brasil, ser em torno de 2025. Está melhorando, mas estamos muito longe do nível de 2013”, afirmou.

Instalações

De acordo com a fabricante, a nova unidade tem capacidade nominal de produção de até 120 mil carros ao ano, dividida em dois turnos, e contará com a experiência dos funcionários transferidos da planta de Sumaré.

Por enquanto, 400 colaboradores já trabalham em Itirapina – até 2021 serão 2 mil. Com a transferência, não haverá novas contratações.

Na fábrica de Sumaré, permanecerão atividades como produção do conjunto motor, bem como como fundição, usinagem, injeção plástica, engenharia da qualidade, planejamento industrial e logística.

A montadora diz ainda que a fábrica segue as melhores práticas de produção da Honda no mundo, com tecnologias otimizadas de estamparia e solda, além do novo processo de pintura da carroceria, com base d’água.

Foto: Gabrielle Chagas G1

Otimismo

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antônio Megale, a inauguração da fábrica consolida a expectativa de expansão do mercado, que cresceu 10,6% de janeiro deste ano até agora.

“Sabendo que estamos passando por uma transformação extraordinária nos termos de indústria automobilística mundial, é importante que a gente invista em pesquisa de desenvolvimento e inovação e esse programa nos traz isso”, disse Megale.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que com a recuperação do mercado as condições físicas da fábrica permitem a expansão de produção e, consequentemente, a geração de mais empregos.

“Quero dizer que R$ 1 bilhão de investimento é algo substantivo, não é apenas para Itirapina, mas é para São Paulo e para o Brasil. Estamos falando de investimento parte já consolidado e parte a consolidar nesses próximos quatro anos, é especialmente importante”, declarou.F

Créditos da matéria:  G1

Créditos da imagem: Gabrielle Chagas/G1

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Nova tecnologia pode capturar carbono emitido pela indústria

Uma boa forma de conservar e proteger a atmosfera é reduzir as emissões de gases poluentes e, com essa nova tecnologia, é possível diminuir os danos. Confira a matéria:

Seria possível sugar CO2 de bolsões de fumaça, pois o gás causador do efeito estufa no mundo se cristaliza e pode ser separado antes de chegar à atmosfera.

A mesma tecnologia que permite aos mergulhadores e tripulantes de submarinos respirarem debaixo d’água pode ser usada para absorver as emissões nocivas da indústria e de usinas de energia a carvão, segundo estudo publicado na revista Chem.

Pesquisadores do Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee, descobriram uma maneira de coletar e armazenar gás CO2 por meio de uma nova técnica: uma substância especial de produtos químicos orgânicos chamados imino guanidinas ou BIGs (na sigla em inglês) se ligam ao bicarbonato em soluções de dióxido de carbono-água.

Quando o CO2 capturado das chaminés de fábricas é forçado a passar por uma solução de BIGs e água, parte desses compostos orgânicos se ligam ao bicarbonato que é formado na solução de CO2-água. O produto resultante são pequenos cristais que podem ser separados da água, o que significa que pode ser armazenado em vez de liberado para a atmosfera. Os cristais podem até ser usados ​​novamente para capturar mais dióxido de carbono posteriormente.

Essa técnica “tem um tremendo potencial”, disse Kristin Bowman-James, químico da Universidade do Kansas em Lawrence, à Science Magazine. Mas ainda não é certo se a tecnologia será eficiente e econômica em escala industrial, porque sugar grandes quantidades de dióxido de carbono emitido exigiria quantidades imensas de BIGs.

Mas já se sabe que a técnica é extremamente eficiente: utiliza cerca de 24% menos energia do que os “purificadores” de dióxido de carbono comumente usados ​​- um processo similar que usa um composto orgânico diferente.

Créditos da matéria:  Revista Planeta

Créditos da imagem: iStockphotos

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Paraná tem a rodovia eletrificada mais longa do País: 730 km

As estações de recarga de veículos elétricos espalham-se pelo país. Uma das principais vantagens é que um carro movido a eletricidade contribui para um planeta mais limpo, tornando-se cada vez mais possível a diminuição da poluição. Confira mais na matéria:

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Árvore Eletrônica

A Sologic, startup israelense que trabalha com produtos que fornecem energia solar aos consumidores, desenvolveu a eTree, a árvore que não produz oxigênio, mas sim energia limpa e outros benefícios. Confira mais na matéria:

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Saiba como se tornar um consumidor consciente em passos simples

Hoje é necessário adotar um consumo consciente, criar bons hábitos para conquistar qualidade de vida e para proteger o meio ambiente. Na matéria a seguir algumas dicas para serem utilizadas no dia a dia. Confira:

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